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Publicada em 25 de Setembro de 2025 às 21:02

Governo do Estado lança SUS Gaúcho com aporte de R$ 267,7 milhões

Governador prevê reduzir em até 70% as filas de espera mais críticas

Governador prevê reduzir em até 70% as filas de espera mais críticas

/Vitor Rosa/Secom/JC
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Agências
O governador Eduardo Leite e a titular da Secretaria da Saúde (SES), Arita Bergman, lançaram, nesta quinta-feira (25), em evento que reuniu dezenas de autoridades e dirigentes de hospitais de todo o Estado, o SUS Gaúcho, programa estratégico que destina recursos para reduzir as principais filas de espera por consultas e cirurgias, facilitar o transporte de pacientes entre municípios e melhorar o atendimento nos pronto atendimentos, entre outras prioridades.
O governador Eduardo Leite e a titular da Secretaria da Saúde (SES), Arita Bergman, lançaram, nesta quinta-feira (25), em evento que reuniu dezenas de autoridades e dirigentes de hospitais de todo o Estado, o SUS Gaúcho, programa estratégico que destina recursos para reduzir as principais filas de espera por consultas e cirurgias, facilitar o transporte de pacientes entre municípios e melhorar o atendimento nos pronto atendimentos, entre outras prioridades.
O investimento extra, que ainda em 2025 será de R$ 267,7 milhões, só foi possível porque o Estado pagou as dívidas herdadas de governos anteriores e realizou uma série de mudanças estruturais que culminaram no acordo com o Ministério Público que injetou recurso novo na área.
"Com o SUS Gaúcho, vamos reduzir em até 70% as filas mais críticas, reforçar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o transporte de pacientes e fortalecer os hospitais municipais e de pequeno porte. O objetivo é claro: cuidar das pessoas onde elas estão, assegurando justiça e dignidade ao atendimento, e mostrar que o Rio Grande do Sul está preparado para oferecer saúde pública de qualidade a todos”, ressaltou Leite.
Para 2026, a previsão é que o acréscimo de recursos chegue a R$ 758 milhões, valor que será aplicado também na redução de filas para consultas e cirurgias, manutenção e ampliação das demais estratégias e aporte de incentivo para a linha materno-infantil. "Os recursos já estão garantidos e as portarias de habilitação serão publicadas nos próximos dias, estabelecendo critérios claros e levando em consideração a regionalização da saúde e a capacidade instalada dos prestadores de serviços do SUS", detalhou Arita.

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