Na próxima quarta-feira (18), os rodoviários da Região Metropolitana de Porto Alegre terão uma resposta referente ao reajuste salarial, que deveria ter ocorrido em junho de 2024, data-base da categoria. A decisão foi tomada durante uma reunião na tarde desta segunda-feira (16), no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT4).
Pela manhã, a categoria realizou greve em cidades vizinhas a Capital, que parou os serviços por algumas horas nesta segunda-feira. O ato atingiu as cidades de Viamão, Alvorada, Cachoeirinha, Eldorado do Sul, Canoas, Gravataí, Guaíba e Camaquã (que faz parte do sindicato).
“Queremos saber a data que iremos receber”, essa foi a principal reivindicação levantada pela categoria durante a reunião. Entre os participantes, os responsáveis pela Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan) e da Procuradoria Geral do Estado (PGE). A sessão foi conduzida pelo vice-presidente do TRT4, desembargador Alexandre Corrêa da Cruz, e durou aproximadamente uma hora.
“O que se espera é o cumprimento das promessas, até pelo pagamento da segunda parcela do 13° salário, que deve ser realizada até o dia 20 de dezembro”, reforçou o advogado Wilson Gonçalves de Oliveira, do Sindmetropolitano. Durante a reunião, o governo do Estado, por meio da Procuradoria Geral, se comprometeu com o pagamento do 13º salário.
Segundo o diretor-superintendente da Metroplan, Francisco Hörbe, o subsídio no valor de R$ 26 milhões já está garantido. Três hipóteses são trabalhadas, sendo a liberação do recurso por parte da União a primeira delas. Uma segunda alternativa trabalha em “empenhar o recurso neste ano para pagamento no início de janeiro, e a última hipótese, caso a gente não consiga empenhar este recurso agora, será fazer tudo no próximo ano, mas o recurso está garantido”, afirma Hörbe.
Entre os motivos para o atraso está, principalmente, “a Lei Complementar 205, do governo federal, que determina que o Estado não pode ter despesas enquanto estiver em calamidade pública”, explica Hörbe.
Durante a mediação, a categoria, representada por ao menos 10 profissionais, demonstrou insatisfação com a falta de datas estabelecidas. Com o resultado da reunião, os sindicalistas afirmaram que não deve ocorrer greve até a próxima quinta-feira (19), pela manhã.
“O que se espera é o cumprimento das promessas, até pelo pagamento da segunda parcela do 13° salário, que deve ser realizada até o dia 20 de dezembro”, reforçou o advogado Wilson Gonçalves de Oliveira, do Sindmetropolitano. Durante a reunião, o governo do Estado, por meio da Procuradoria Geral, se comprometeu com o pagamento do 13º salário.
Segundo o diretor-superintendente da Metroplan, Francisco Hörbe, o subsídio no valor de R$ 26 milhões já está garantido. Três hipóteses são trabalhadas, sendo a liberação do recurso por parte da União a primeira delas. Uma segunda alternativa trabalha em “empenhar o recurso neste ano para pagamento no início de janeiro, e a última hipótese, caso a gente não consiga empenhar este recurso agora, será fazer tudo no próximo ano, mas o recurso está garantido”, afirma Hörbe.
Entre os motivos para o atraso está, principalmente, “a Lei Complementar 205, do governo federal, que determina que o Estado não pode ter despesas enquanto estiver em calamidade pública”, explica Hörbe.
Durante a mediação, a categoria, representada por ao menos 10 profissionais, demonstrou insatisfação com a falta de datas estabelecidas. Com o resultado da reunião, os sindicalistas afirmaram que não deve ocorrer greve até a próxima quinta-feira (19), pela manhã.