Porto Alegre, qui, 03/04/25

Anuncie no JC
Assine agora

Publicada em 26 de Setembro de 2024 às 18:43

Rios do Sul do Estado se aproximam da cota de inundação

Monitotamento de rios ocorre de forma convencional em Camaquã

Monitotamento de rios ocorre de forma convencional em Camaquã

Pablo Bierhals/Divulgação/JC
Compartilhe:
Fabrine Bartz
Fabrine Bartz Repórter
A instabilidade segue no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (27) em razão da frente fria. As bacias hidrográficas do Estado, especialmente, na região Sul estão com alerta da Defesa Civil. Cidades como Dom Pedrito, Rosário do Sul e Jaguarão apresentam riscos de elevação em arroios e rios menores. Desde o último sábado (21), 57 alertas foram emitidos pelo governo gaúcho. Segundo a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), o nível do Rio Jaguarão chegou a 8,35 metros, se aproximando da cota de inundação de 8,5 metros, nesta quinta-feira (26). O município decretou situação de emergência. 
A instabilidade segue no Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (27) em razão da frente fria. As bacias hidrográficas do Estado, especialmente, na região Sul estão com alerta da Defesa Civil. Cidades como Dom Pedrito, Rosário do Sul e Jaguarão apresentam riscos de elevação em arroios e rios menores.

Desde o último sábado (21), 57 alertas foram emitidos pelo governo gaúcho. Segundo a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), o nível do Rio Jaguarão chegou a 8,35 metros, se aproximando da cota de inundação de 8,5 metros, nesta quinta-feira (26). O município decretou situação de emergência. 
Já em Dom Pedrito, o Rio Santa Maria ultrapassou 80 centímetros da cota de inundação de 11 metros. “É um rio com comportamento diferente dos rios da região do Guaíba, é mais de planície, com uma subida mais lenta e gradual. Atinge a região, mas sem o poder destrutivo”, destaca o hidrólogo, Pedro Camargo, da Sala de Situação do governo do Rio Grande do Sul. Como consequência, o nível do rio na cidade de Rosário do Sul pode atingir a cota de inundação de 6,5 metros.

Cidades como Pelotas, Camaquã apresentam problemas em arroios, mas, nesses casos, o monitoramento ocorre de forma convencional. “Alguém vai lá e anota com base na régua, duas vezes por dia”, complementa.

Notícias relacionadas

Comentários

0 comentários