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Saneamento

- Publicada em 13 de Novembro de 2023 às 08:23

Estação de Tratamento de Esgoto de Osório pode ter operação autorizada após três anos suspensa

A ETE da Corsan tinha sido impedida de operar em 2020, após floração de algas na Lagoa dos Barros

A ETE da Corsan tinha sido impedida de operar em 2020, após floração de algas na Lagoa dos Barros


DEPARTAMENTO DE MEIO AMBIENTE DE SANTO ANTÔNIO DA PATRULHA/DIVULGAÇÃO/CIDADES
Uma reunião marcada para esta segunda-feira (13) entre a Corsan, prefeitura de Santo Antônio da Patrulha, autoridade ambiental do Estado e Promotoria de Justiça do RS poderá autorizar o reinício da operação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Osório.
Uma reunião marcada para esta segunda-feira (13) entre a Corsan, prefeitura de Santo Antônio da Patrulha, autoridade ambiental do Estado e Promotoria de Justiça do RS poderá autorizar o reinício da operação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Osório.
A ETE da Corsan tinha sido impedida de operar em 2020, após um evento de floração de algas na Lagoa dos Barros, fenômeno ambiental que foi relacionado, na época, ao lançamento dos efluentes tratados na Lagoa. Uma decisão judicial determinou a suspensão da operação da ETE até que a Corsan realizasse melhorias, atendendo às orientações da Fepam. 
Hoje, a companhia afirma que a unidade operacional do sistema de esgotamento sanitário está completamente equipada para remover as cargas poluentes do esgoto coletado no município e devolver ao ambiente o efluente tratado, em conformidade com os padrões exigidos pela legislação ambiental. Foi o que atestou a vistoria técnica da Fepam, órgão fiscalizador do meio ambiente no Estado e responsável por emitir esse tipo de licença de operação.
A Estação recebeu investimento de R$ 20 milhões da Corsan para modernização de todo o sistema de coleta e tratamento de efluentes e, agora, conta com filtros de polimento e bloco hidráulico para tratamento terciário, dentre outros equipamentos de ponta.
De acordo com a presidente da empresa, Samanta Takimi, pesquisas feitas por cientistas da Ufrgs apontam que, enquanto a ETE não funcionar, o dano ambiental será certo. "Então, precisamos colocar em operação uma estrutura que está pronta para isso, licenciada pela Fepam e respaldada pela comunidade científica gaúcha", afirmou.