Com faturamento anual de R$ 18 milhões e média de R$ 1,5 milhão por mês, a Rosa Imperial Moda Fitness, fundada pelas irmãs Aline e Natália Trevisol em Guaporé, na Serra Gaúcha, conquistou espaço no mercado nacional ao apostar no comércio eletrônico. A empresa, que registra crescimento médio acumulado de 72% nos últimos três anos, projeta alcançar R$ 25 milhões em receita até 2027, impulsionada pela expansão dos canais digitais e das vendas no atacado.
A trajetória começou em 2012, com a produção de moda íntima destinada a lojistas e revendedores. Sem experiência anterior na indústria da confecção, as irmãs decidiram empreender em um setor tradicional na economia do município. Enquanto Aline trabalhava na área financeira, Natália buscou qualificação na área de costura e modelagem. Ao longo dos anos, a empresa diversificou a produção, passando por pijamas e moda praia, até encontrar um novo caminho durante a pandemia de Covid-19.
Com o fechamento do comércio físico em 2020, as empreendedoras migraram para o e-commerce e passaram a investir em biquínis com modelagens diferenciadas. A sazonalidade das vendas motivou uma nova mudança. Em 2023, a marca lançou sua primeira coleção fitness, segmento que se tornou o principal negócio da empresa. “A nossa virada de chave foi na pandemia, quando a gente entrou pro e-commerce”, afirma Aline.
A trajetória começou em 2012, com a produção de moda íntima destinada a lojistas e revendedores. Sem experiência anterior na indústria da confecção, as irmãs decidiram empreender em um setor tradicional na economia do município. Enquanto Aline trabalhava na área financeira, Natália buscou qualificação na área de costura e modelagem. Ao longo dos anos, a empresa diversificou a produção, passando por pijamas e moda praia, até encontrar um novo caminho durante a pandemia de Covid-19.
Com o fechamento do comércio físico em 2020, as empreendedoras migraram para o e-commerce e passaram a investir em biquínis com modelagens diferenciadas. A sazonalidade das vendas motivou uma nova mudança. Em 2023, a marca lançou sua primeira coleção fitness, segmento que se tornou o principal negócio da empresa. “A nossa virada de chave foi na pandemia, quando a gente entrou pro e-commerce”, afirma Aline.
As irmãs Aline e Natália Trevisol são fundadoras da Rosa Imperial
DIVULGAÇÃO/ROSA IMPERIAL/JC
Expansão das vendas
Nos primeiros meses da operação digital, eram cerca de 40 pedidos mensais, com ticket médio de R$ 200,00. Atualmente, a empresa realiza aproximadamente 2,5 mil entregas por mês no varejo on-line, enquanto o volume de pedidos cresce cerca de 40% ao ano. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais estão entre os principais mercados consumidores, embora a marca realize entregas para todas as regiões brasileiras.
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O comércio eletrônico direto ao consumidor representa entre 75% e 80% da receita, enquanto o atacado, também operado digitalmente, responde pela parcela restante. Entre 2024 e 2025, esse canal registrou crescimento de 120%, alcançando uma rede de mais de 200 lojistas parceiros pelo País. De acordo com a empreendedora, todo o atendimento comercial é realizado internamente, sem a atuação de representantes externos.
Para Aline, parte do desempenho está relacionado à valorização do bem-estar e à estratégia de posicionar as roupas para além dos ambientes de treino. “A cliente da Rosa Imperial não usa só a nossa roupa para o treino. Ela pode usar ao longo do dia, em diversas ocasiões”, destaca. A divulgação nas redes sociais, as parcerias com influenciadoras e os lançamentos mensais ajudam a manter o relacionamento com o público. Segundo a empresária, cerca de 50% do faturamento mensal vem de compras recorrentes.
O comércio eletrônico direto ao consumidor representa entre 75% e 80% da receita, enquanto o atacado, também operado digitalmente, responde pela parcela restante. Entre 2024 e 2025, esse canal registrou crescimento de 120%, alcançando uma rede de mais de 200 lojistas parceiros pelo País. De acordo com a empreendedora, todo o atendimento comercial é realizado internamente, sem a atuação de representantes externos.
Para Aline, parte do desempenho está relacionado à valorização do bem-estar e à estratégia de posicionar as roupas para além dos ambientes de treino. “A cliente da Rosa Imperial não usa só a nossa roupa para o treino. Ela pode usar ao longo do dia, em diversas ocasiões”, destaca. A divulgação nas redes sociais, as parcerias com influenciadoras e os lançamentos mensais ajudam a manter o relacionamento com o público. Segundo a empresária, cerca de 50% do faturamento mensal vem de compras recorrentes.
Produção própria
A produção permanece concentrada em Guaporé, onde a fábrica própria confecciona aproximadamente 10 mil peças por mês, utilizando matéria-prima nacional. A estrutura reúne mais de 40 profissionais e engloba criação, modelagem, corte, costura, marketing, embalagem e expedição. “A gente acompanha todas as etapas de desenvolvimento dos produtos, desde os primeiros desenhos até o envio das encomendas aos consumidores”, afirma Aline.
O catálogo conta com mais de 1 mil itens, incluindo roupas fitness, acessórios e coleções pontuais de moda praia. Entre os produtos mais vendidos estão a calça flare, o top Wonder e a blusa de manga longa, peças que podem compor um mesmo conjunto. A cor rosa blush também se tornou uma das características da marca, impulsionada pela divulgação de influenciadoras digitais.
O catálogo conta com mais de 1 mil itens, incluindo roupas fitness, acessórios e coleções pontuais de moda praia. Entre os produtos mais vendidos estão a calça flare, o top Wonder e a blusa de manga longa, peças que podem compor um mesmo conjunto. A cor rosa blush também se tornou uma das características da marca, impulsionada pela divulgação de influenciadoras digitais.
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“Hoje, o nosso ticket médio varia entre R$ 550,00 e R$ 600,00 por compra”, comenta a empreendedora, explicando que o ticket mais alto é reflexo da estratégia de comercializar produtos de maior valor agregado. Os tops partem de aproximadamente R$ 200,00, enquanto as calças leggings custam a partir de R$ 289,00.
“Hoje, o nosso ticket médio varia entre R$ 550,00 e R$ 600,00 por compra”, comenta a empreendedora, explicando que o ticket mais alto é reflexo da estratégia de comercializar produtos de maior valor agregado. Os tops partem de aproximadamente R$ 200,00, enquanto as calças leggings custam a partir de R$ 289,00.
Planos para 2027
Para sustentar o crescimento, a empresa pretende ingressar em marketplaces em 2027 e estuda alternativas logísticas para acelerar as entregas no Sudeste, incluindo um centro de distribuição em São Paulo. “Também queremos trazer a nossa linha de wellness e de suplementos, que serão associados à marca da Rosa Imperial. Já estamos fazendo um desenvolvimento interno desses produtos”, conta Aline, afirmando que a participação em eventos presenciais e a abertura de um ponto físico são as outras frentes da expansão do negócio. Com essas iniciativas, a empreendedora estima crescimento de 20% a 25% no próximo ano.

