Júlia Fernandes

Júlia Fernandes Repórter


Novidade

Com 20 mil itens de moda e antiquário, rede de brechó abre em casarão histórico em Porto Alegre

A Dig For Fashion ocupa um clássico casarão da rua Mostardeiro, onde antes operava uma tradicional loja de noivas
Em um casarão de 483 m², inaugurou, nesta sexta-feira (18), a Dig For Fashion Porto Alegre. A unidade é a 23ª loja da marca, que se apresenta como a maior rede de brechós do Brasil. Criada em Maringá, no Paraná, a empresa está presente em diferentes estados do País e chega à Capital com uma proposta que combina moda, garimpo e antiguidades.

À frente da operação em Porto Alegre está a gerente Tágila Priscila de Oliveira, que veio da unidade de São José dos Campos, em São Paulo, para assumir a nova loja. Para ela, a chegada à capital gaúcha ocorre em um mercado que já tem familiaridade com o consumo de peças de segunda mão. “É uma cidade que gosta bastante de brechós, então a gente veio para Porto Alegre para somar”, afirma.

A casa que abriga a nova loja é dividida em três pavimentos. No térreo, estão a entrada, os caixas de atendimento, as peças de marcas e grifes, alguns looks já montados, roupas seminovas, itens para academia, calçados, acessórios e maquiagens. O espaço também concentra, em sua maior parte, as peças de tamanho P. “Logo na entrada a gente já tem um espaço de peças premium, que é a nossa área de marcas”, explica Tágila.

Subindo as escadas, o público encontra os tamanhos M e G, além de peças de corte reto, masculinas e os provadores. Já no subsolo da casa, fica uma das principais novidades da unidade: o espaço dedicado à moda vintage e ao antiquário. O ambiente reúne objetos de decoração, vinis, CDs e equipamentos antigos, como televisores de tubo, aparelhos de VHS e câmeras fotográficas. Ao todo, a loja reúne cerca de 20 mil garimpos, segundo a gerente.

A unidade de Porto Alegre é também a primeira da rede a reunir, no mesmo endereço e de forma integrada, o brechó e o antiquário. Embora as duas propostas tenham públicos distintos, a empresa aposta na possibilidade de atrair consumidores interessados tanto em moda quanto em objetos de outras épocas. “É a primeira de muitas que vão trabalhar dessa mesma forma. Acredito que são públicos que acabam se encontrando, tanto o da Dig For Fashion quanto o do vintage”, comenta Tágila.
Em um casarão de 483 m², inaugurou, nesta sexta-feira (18), a Dig For Fashion Porto Alegre. A unidade é a 23ª loja da marca, que se apresenta como a maior rede de brechós do Brasil. Criada em Maringá, no Paraná, a empresa está presente em diferentes estados do País e chega à Capital com uma proposta que combina moda, garimpo e antiguidades.

À frente da operação em Porto Alegre está a gerente Tágila Priscila de Oliveira, que veio da unidade de São José dos Campos, em São Paulo, para assumir a nova loja. Para ela, a chegada à capital gaúcha ocorre em um mercado que já tem familiaridade com o consumo de peças de segunda mão. “É uma cidade que gosta bastante de brechós, então a gente veio para Porto Alegre para somar”, afirma.

A casa que abriga a nova loja é dividida em três pavimentos. No térreo, estão a entrada, os caixas de atendimento, as peças de marcas e grifes, alguns looks já montados, roupas seminovas, itens para academia, calçados, acessórios e maquiagens. O espaço também concentra, em sua maior parte, as peças de tamanho P. “Logo na entrada a gente já tem um espaço de peças premium, que é a nossa área de marcas”, explica Tágila.

Subindo as escadas, o público encontra os tamanhos M e G, além de peças de corte reto, masculinas e os provadores. Já no subsolo da casa, fica uma das principais novidades da unidade: o espaço dedicado à moda vintage e ao antiquário. O ambiente reúne objetos de decoração, vinis, CDs e equipamentos antigos, como televisores de tubo, aparelhos de VHS e câmeras fotográficas. Ao todo, a loja reúne cerca de 20 mil garimpos, segundo a gerente.

A unidade de Porto Alegre é também a primeira da rede a reunir, no mesmo endereço e de forma integrada, o brechó e o antiquário. Embora as duas propostas tenham públicos distintos, a empresa aposta na possibilidade de atrair consumidores interessados tanto em moda quanto em objetos de outras épocas. “É a primeira de muitas que vão trabalhar dessa mesma forma. Acredito que são públicos que acabam se encontrando, tanto o da Dig For Fashion quanto o do vintage”, comenta Tágila.

Do quarto de casa para 23 lojas

A história da marca começou em 2017, quando a empreendedora Marisa Rezende decidiu transformar o próprio closet em um pequeno brechó, em Maringá. O negócio ganhou movimento rapidamente e chegou a formar uma fila de clientes no quarteirão da casa. Até as roupas da mãe da empreendedora, segundo Tágila, acabaram entrando no garimpo.

A experiência levou Marisa a se juntar a mais um sócio e ampliar a operação. A primeira loja da Dig For Fashion foi aberta ainda durante a pandemia, período que, apesar das dificuldades para o comércio, não impediu a expansão do negócio.

Desde então, a rede chegou à 23ª unidade e mantém como meta ampliar a presença no País. A intenção, segundo Tágila, é chegar a 70 lojas. Porto Alegre entrou no mapa como parte desse movimento de expansão.
Os preços das roupas da Dig For Fashion partem de R$ 15,00 e chegam a cerca de R$ 380,00  | ARTUR KOCH/JC
Os preços das roupas da Dig For Fashion partem de R$ 15,00 e chegam a cerca de R$ 380,00 ARTUR KOCH/JC


A escolha da Capital também considera o perfil do mercado local. A gerente conta que, durante o período de obras e montagem da loja, já percebeu a curiosidade dos moradores que passavam pela rua Mostardeiro. “O pessoal passava bastante, perguntava o que ia ser e, quando descobria que era um brechó, ficava super animado para vir. Falavam ‘sexta-feira eu estou aí’. Então, estou bem confiante de que vai ser sucesso”, relata.

Cliente também é fornecedor

Além de comprar as peças, quem entra na Dig For Fashion pode fornecer produtos para a loja. O modelo de aquisição é baseado nos chamados desapegos. Clientes levam roupas e acessórios que não usam mais, seja por mudança de estilo ou por renovação do guarda-roupa. Após uma avaliação, a empresa seleciona os itens que poderão ser revendidos.

Pelas peças aprovadas, o cliente pode escolher entre receber o pagamento via Pix ou em Dig Bank, a moeda de troca da própria rede. No segundo caso, o valor recebido é 50% maior para ser utilizado em compras na loja.
Os preços das roupas partem de R$ 15,00 e chegam a cerca de R$ 380,00. As peças de marcas e grifes podem alcançar até R$ 400,00. Segundo a gerente, o preço médio dos itens vendidos pela Dig For Fashion fica em torno de R$ 40,00.
 primeiro andar da Dig For Fashion concentra as roupas de grife, acessórios, maquiagems e calçados | ARTUR KOCH/JC
primeiro andar da Dig For Fashion concentra as roupas de grife, acessórios, maquiagems e calçados ARTUR KOCH/JC