A Casa Brasileira está em um novo endereço. Anteriormente localizada no Centro Cultural Vila Flores, no 4º Distrito, o negócio, que nasceu como uma confeitaria na casa de Vinicius Müller, empreendedor à frente do café, agora chegou ao bairro Rio Branco de cara nova, com uma pegada de cafeteria, como define o empreendedor.
"Hoje enxergo muito mais uma operação de café. Pratos salgados ganharam destaque, e os cafés também são um forte. Os doces, claro, seguem se destacando. São sabores únicos da biodiversidade brasileira e preparos de alta qualidade", enfatiza Vinicius, que antes tocava a operação com a família e agora a comanda sozinho.
O cardápio à base de insumos brasileiros, como cumaru, jambu, castanha de caju e butiá, segue, mas agora na rua Miguel Tostes. A nova loja está localizada junto ao Limonata Hub & Gastrobar, espaço colaborativo que opera há oito anos no local. Apesar do complexo funcionar a partir das 18h, a Casa Brasileira, assim como alguns outros negócios que ocupam o Limonata, funciona também pela manhã.
"Hoje enxergo muito mais uma operação de café. Pratos salgados ganharam destaque, e os cafés também são um forte. Os doces, claro, seguem se destacando. São sabores únicos da biodiversidade brasileira e preparos de alta qualidade", enfatiza Vinicius, que antes tocava a operação com a família e agora a comanda sozinho.
O cardápio à base de insumos brasileiros, como cumaru, jambu, castanha de caju e butiá, segue, mas agora na rua Miguel Tostes. A nova loja está localizada junto ao Limonata Hub & Gastrobar, espaço colaborativo que opera há oito anos no local. Apesar do complexo funcionar a partir das 18h, a Casa Brasileira, assim como alguns outros negócios que ocupam o Limonata, funciona também pela manhã.
Além do novo CEP, o empreendedor passou a ser o único proprietário da cafeteria
Fernanda Bigio Davoglio/Especial/JC
"Estamos há cerca de dois meses aqui e já sentimos uma grande diferença na rotina. Pessoas passando na rua com olhares curiosos para a fachada, pausas para olhar para dentro, espiar o cardápio, tirar uma foto ou mandar um áudio para alguém. É uma rua com fluxo considerável de pedestres, numa região que mescla zonas residenciais e comerciais, já com uma boa presença de cafés, restaurantes e bares", avalia Vinicius sobre o recomeço positivo.
Adversidades enfrentadas pelo negócio
O motivo da mudança de região foi pela necessidade de estar mais próximo dos clientes, além do fato da rotina inconstante sofrida pelo negócio, que operava em uma região, segundo o empreendedor, mais afastada.
"A viabilidade do meu negócio lá acontecia, pois eu estava em um centro cultural que fazia grandes eventos, que traziam o real resultado financeiro, ou seja, eu precisava conciliar dias e semanas de baixo fluxo de clientes com, às vezes, 500, 800 pessoas para atender em um único dia", comenta.
Vinicius conta que vem fazendo vários testes para aprimorar o cardápio e deixar a vitrine ainda mais atrativa
Fernanda Bigio Davoglio/Especial/JC
Outro fator que o cozinheiro levou em consideração foi a margem de erro apertada, que se tornava um empecilho enorme, visto que o empreendedor trabalha com itens perecíveis e a produção é 100% artesanal e própria.
"A Casa Brasileira tem também o papel de apresentar sabores do Brasil que muita gente não conhece. Esse é o principal propósito da marca: mostrar que a culinária brasileira vai muito além do que normalmente imaginamos. E muito do trabalho de explicar o Brasil que tem na nossa cozinha se dá conversando com os clientes, o que não acontecia de maneira satisfatória atendendo um volume tão alto de pessoas em um único dia", explica.
"A Casa Brasileira tem também o papel de apresentar sabores do Brasil que muita gente não conhece. Esse é o principal propósito da marca: mostrar que a culinária brasileira vai muito além do que normalmente imaginamos. E muito do trabalho de explicar o Brasil que tem na nossa cozinha se dá conversando com os clientes, o que não acontecia de maneira satisfatória atendendo um volume tão alto de pessoas em um único dia", explica.
Rebranding na cozinha
A mudança de endereço também trouxe novas opções para o cardápio. Vinicius diz que são sutis, embora marcantes.
Tapiocas e torradas passaram a ser preparadas na hora, e doces que já existiam no menu anterior foram repensados. Um deles, por exemplo, é o Cremosíssimo de Chocolate, servido junto a um creme de cumaru e flores frescas da estação. Além dos doces, salgados e cafés, o cardápio conta com opções de drinks, vinhos brancos e laranjas, com destaque para a BRS Lorena, variedade de uvas brancas desenvolvida pela Embrapa, que chegou à Casa Brasileira.
Tapiocas e torradas passaram a ser preparadas na hora, e doces que já existiam no menu anterior foram repensados. Um deles, por exemplo, é o Cremosíssimo de Chocolate, servido junto a um creme de cumaru e flores frescas da estação. Além dos doces, salgados e cafés, o cardápio conta com opções de drinks, vinhos brancos e laranjas, com destaque para a BRS Lorena, variedade de uvas brancas desenvolvida pela Embrapa, que chegou à Casa Brasileira.
A Casa Brasileira fica na Miguel Tostes, nº 457
Fernanda Bigio Davoglio/Especial/JC
No mais, Vinicius diz buscar cada vez mais trabalhar com ingredientes diferentes, dentro do que consegue encontrar, tendo parceria com produtores que compartilham esse cuidado.
"Enquanto cozinheiro, estou me permitindo testes. Volta e meia preparo algum produto que não está no cardápio e coloco na vitrine, algum bolo, alguma torta, com o que encontro na feira, com o que leio em algum livro", exemplifica.
Endereço e hprário de funcionamento
A Casa Brasileira está localizada no espaço colaborativo Limonata Hub & Gastrobar, na rua Miguel Tostes, nº 457, no bairro Rio Branco. O café opera de segunda a sábado, das 10h às 18h.

