Com gás ou sem? Essa é a única pergunta que é feita quando o cliente pede uma água. O produto indispensável, normalmente, é consumido sem muitos critérios quase que de forma inconsciente. Mas o cenário, pelo menos no mercado de luxo, vem mudando esse comportamento. Recentemente, a Casa Hotéis, grupo de hotéis e restaurantes na Serra Gaúcha, lançou a primeira carta de águas minerais do Brasil.
Acompanhando uma tendência mundial entre hotéis e restaurantes, a Casa Hotéis construiu a carta a partir da curadoria do vencedor do 1º Concurso Brasileiro de Sommelier de Águas Minerais, Gustavo Buske, que atua como head sommelier e gerente de alimentos e bebidas da coleção Casa Hotéis.
“Nós olhamos muito para tendências de wellness, de como associar as práticas de bem-estar dentro da nossa hospedagem, que busca sempre oferecer experiências diferenciadas para os clientes”, destaca Rafael Peccin, diretor da Coleção Casa Hotéis. De acordo com ele, o consumo de água mineral vem sendo redefinido nos principais centros da alta gastronomia e da hotelaria internacional. “A água vem ganhando um protagonismo ao longo dos anos, uma apresentação diferenciada nas prateleiras, as garrafas de vidro, que a Europa nunca deixou de lado, voltam a ser muito valorizadas no Brasil”, cita o diretor.
Assim como os vinhos, cafés e queijos, a água mineral passa a ser compreendida como um produto de origem, com terroir. Seis rótulos fazem parte da primeira carta elaborada, com águas que partem de R$ 20,00 e podem chegar a R$ 140,00. Marcas internacionais e nacionais estão entre as opções, que surgem com definições específicas e distinções. Rafael explica que existem águas que despertam o paladar, águas que limpam e preparam a boca entre pratos, que acompanham menus complexos e que ampliam a percepção de frescor e equilíbrio.
Acompanhando uma tendência mundial entre hotéis e restaurantes, a Casa Hotéis construiu a carta a partir da curadoria do vencedor do 1º Concurso Brasileiro de Sommelier de Águas Minerais, Gustavo Buske, que atua como head sommelier e gerente de alimentos e bebidas da coleção Casa Hotéis.
“Nós olhamos muito para tendências de wellness, de como associar as práticas de bem-estar dentro da nossa hospedagem, que busca sempre oferecer experiências diferenciadas para os clientes”, destaca Rafael Peccin, diretor da Coleção Casa Hotéis. De acordo com ele, o consumo de água mineral vem sendo redefinido nos principais centros da alta gastronomia e da hotelaria internacional. “A água vem ganhando um protagonismo ao longo dos anos, uma apresentação diferenciada nas prateleiras, as garrafas de vidro, que a Europa nunca deixou de lado, voltam a ser muito valorizadas no Brasil”, cita o diretor.
Assim como os vinhos, cafés e queijos, a água mineral passa a ser compreendida como um produto de origem, com terroir. Seis rótulos fazem parte da primeira carta elaborada, com águas que partem de R$ 20,00 e podem chegar a R$ 140,00. Marcas internacionais e nacionais estão entre as opções, que surgem com definições específicas e distinções. Rafael explica que existem águas que despertam o paladar, águas que limpam e preparam a boca entre pratos, que acompanham menus complexos e que ampliam a percepção de frescor e equilíbrio.
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“Estamos testando principalmente em nossos restaurantes, onde o cliente entende mais a proposta. Ele está ali preparado para escolher um prato, um vinho e é uma oportunidade para apresentar essa carta de águas”, explica Rafael, comentando sobre águas brasileiras, que já ficaram entre as cinco melhores do mundo. “Tem sido interessante acompanhar a reação do público. Primeiro, o cliente fica surpreso, mas depois ele entende a proposta”, comenta.
Termos como mineralidade, pH, estrutura e qualidade da efervescência são características técnicas da água, que passam a orientar harmonizações e experiências gastronômicas. “No treinamento que Gustavo tem dado para a nossa equipe, ele explica as complexidades, porque tem uma série de questões, como mineralidade, pH. Existem águas, inclusive, que vêm da fonte já gaseificada, então, por incrível que pareça, as águas têm sabores, levezas e texturas diferentes. É incrível”, explica Rafael, afirmando que a água gaseificada naturalmente está entre as suas preferidas.
“Estamos testando principalmente em nossos restaurantes, onde o cliente entende mais a proposta. Ele está ali preparado para escolher um prato, um vinho e é uma oportunidade para apresentar essa carta de águas”, explica Rafael, comentando sobre águas brasileiras, que já ficaram entre as cinco melhores do mundo. “Tem sido interessante acompanhar a reação do público. Primeiro, o cliente fica surpreso, mas depois ele entende a proposta”, comenta.
Termos como mineralidade, pH, estrutura e qualidade da efervescência são características técnicas da água, que passam a orientar harmonizações e experiências gastronômicas. “No treinamento que Gustavo tem dado para a nossa equipe, ele explica as complexidades, porque tem uma série de questões, como mineralidade, pH. Existem águas, inclusive, que vêm da fonte já gaseificada, então, por incrível que pareça, as águas têm sabores, levezas e texturas diferentes. É incrível”, explica Rafael, afirmando que a água gaseificada naturalmente está entre as suas preferidas.
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No mundo das águas com terroir, existem algumas bem conceituadas e de grife como a San Pellegrino, água mineral natural gaseificada de origem italiana, e a Perrier, marca francesa. Apesar da relevância, Rafael dá destaque às marcas nacionais. “As pessoas não imaginam que existem águas minerais no Brasil com tanta qualidade, a ponto de estar entre as cinco melhores do mundo.”
A carta nasce como uma proposta exclusiva, reunindo marcas como a Cambuquira, de Minas Gerais e reconhecida internacionalmente como a segunda melhor água mineral do mundo. Ainda em Minas Gerais, a Caxambu é uma alternativa sem gás, com textura suave e mineralidade delicada, e está entre as opções que preparam o paladar e acompanham os momentos iniciais de uma refeição.
Além das brasileiras, a carta conta com rótulos da Toscana, dos Alpes italianos, da França e da Noruega. A carta está prevista para a temporada de Páscoa, com início no dia 12 de março, nos hotéis e restaurantes da Coleção Casa Hotéis, compostos pela Casa da Montanha, Wood Hotel e Parador Cambará do Sul, em Gramado e Cambará do Sul.
No mundo das águas com terroir, existem algumas bem conceituadas e de grife como a San Pellegrino, água mineral natural gaseificada de origem italiana, e a Perrier, marca francesa. Apesar da relevância, Rafael dá destaque às marcas nacionais. “As pessoas não imaginam que existem águas minerais no Brasil com tanta qualidade, a ponto de estar entre as cinco melhores do mundo.”
A carta nasce como uma proposta exclusiva, reunindo marcas como a Cambuquira, de Minas Gerais e reconhecida internacionalmente como a segunda melhor água mineral do mundo. Ainda em Minas Gerais, a Caxambu é uma alternativa sem gás, com textura suave e mineralidade delicada, e está entre as opções que preparam o paladar e acompanham os momentos iniciais de uma refeição.
Além das brasileiras, a carta conta com rótulos da Toscana, dos Alpes italianos, da França e da Noruega. A carta está prevista para a temporada de Páscoa, com início no dia 12 de março, nos hotéis e restaurantes da Coleção Casa Hotéis, compostos pela Casa da Montanha, Wood Hotel e Parador Cambará do Sul, em Gramado e Cambará do Sul.

