Criado em 2010, o Brechó de Futebol (@brechodofutebol) é ponto de encontro de diversos torcedores para assistir partidas em Porto Alegre. Com loja e bar, o negócio se consolidou nas duas frentes. Enquanto o brechó conta com camisas e casacos dos mais diversos clubes do mundo, o sport bar serve comidas de boteco, cervejas e drinks, tudo com uma decoração pensada para impressionar os fãs do esporte. Agora, em ano de Copa do Mundo, o negócio dá um passo importante: a expansão para o Rio de Janeiro, um dos principais destinos turísticos do País e que tem o futebol como cultura.
Sócio-fundador do negócio, Carlos Caloghero, conhecido como Carlinhos, destaca que a expansão é uma oportunidade que bate na porta da operação há anos. "Quando os clubes grandes vêm de fora do Estado, vários se hospedam num hotel aqui perto, e muitos torcedores acompanham. Eles sempre chegam aqui falando, ‘pô, isso aqui é muito legal, baita ideia, vocês têm que abrir uma assim no Rio’, elogiam a comida, a bebida, e isso fica martelando. Temos medo de perder a oportunidade, de ver esse trem passar", relata.
Sócio-fundador do negócio, Carlos Caloghero, conhecido como Carlinhos, destaca que a expansão é uma oportunidade que bate na porta da operação há anos. "Quando os clubes grandes vêm de fora do Estado, vários se hospedam num hotel aqui perto, e muitos torcedores acompanham. Eles sempre chegam aqui falando, ‘pô, isso aqui é muito legal, baita ideia, vocês têm que abrir uma assim no Rio’, elogiam a comida, a bebida, e isso fica martelando. Temos medo de perder a oportunidade, de ver esse trem passar", relata.
O Brechó do Futebol tem peças de times estrangeiros, brasileiros e do interior gaúcho
FABIOLA CORREA/JC
Além do apelo de visitantes do Brechó do Futebol, a expansão também é motivada pela possibilidade de alcançar um público consideravelmente maior. "Temos bar há 15 anos e nosso produto é futebol. Querendo ou não, aqui no Rio Grande do Sul nós nos defendemos só com dois clubes. Não tem tanta gente de outros estados morando aqui. No Rio, além de ser um lugar turístico, tem moradores de outros lugares. Se tem um Criciúma x Bahia, tenho 30 catarinenses para ver o Criciúma e 40 torcedores do Bahia. É uma cidade muito mais plural. Aqui, a gente rema num mar mais difícil, até porque a dupla Gre-Nal vive um momento ruim, que não motiva o torcedor a sair de casa", exemplifica Carlinhos.
LEIA TAMBÉM > Pizzaria argentina expande com bar e nova operação no antigo ponto da Caverna do Ratão
O alto movimento de turistas na Cidade Maravilhosa é entendido por Carlinhos como uma grande oportunidade de receber torcedores de clubes internacionais. "Em Porto Alegre, nós consumimos pouco futebol europeu, porque os jogos acontecem à tarde, e não temos fluxo de turistas. Se tem um jogo do Real Madrid, nós recebemos uns cinco espanhóis que estão aqui por alguma razão, um intercâmbio, um emprego. No Rio, tenho certeza que agora, neste momento, tem pelo menos 50 torcedores do Real Madrid lá", aposta.
Com um grande número de seguidores do centro do País nas redes sociais, Carlinhos decidiu anunciar, no perfil do Brechó do Futebol, que estavam atrás de pontos comerciais para negociar. "A procura foi muito grande e fechamos parceria com um sócio conhecido neste ramo, que logo vamos divulgar", antecipa. "É importante ter um sócio do lugar, nos dá mais segurança. Aqui, se dá algum problema na elétrica, tenho meu eletricista de confiança que ligo e ele vem na hora. Lá não temos isso", pondera.
A ideia é manter bar e loja juntos, com o mesmo perfil das operações de Porto Alegre. "Nós não temos tanto essa veia bairrista. Se tirar uma foto do balcão, não dá para sacar de cara que é em Porto Alegre. Mas tem algumas coisas que não temos aqui e queremos testar lá. Trazer mais carne no cardápio, por exemplo, até porque é isso que eles esperam de um bar gaúcho", analisa Carlinhos.
Com um grande número de seguidores do centro do País nas redes sociais, Carlinhos decidiu anunciar, no perfil do Brechó do Futebol, que estavam atrás de pontos comerciais para negociar. "A procura foi muito grande e fechamos parceria com um sócio conhecido neste ramo, que logo vamos divulgar", antecipa. "É importante ter um sócio do lugar, nos dá mais segurança. Aqui, se dá algum problema na elétrica, tenho meu eletricista de confiança que ligo e ele vem na hora. Lá não temos isso", pondera.
A ideia é manter bar e loja juntos, com o mesmo perfil das operações de Porto Alegre. "Nós não temos tanto essa veia bairrista. Se tirar uma foto do balcão, não dá para sacar de cara que é em Porto Alegre. Mas tem algumas coisas que não temos aqui e queremos testar lá. Trazer mais carne no cardápio, por exemplo, até porque é isso que eles esperam de um bar gaúcho", analisa Carlinhos.
Apaixonado por futebol e colecionismo, Carlinhos Caloghero decidiu empreender no ramo
FABIOLA CORREA/JC
Trajetória do Brechó do Futebol
Enquanto cursava Relações Públicas, em 2002, Carlinhos conta que um amigo indicou que ele entrasse no site do Mercado Livre. "Já gostava muito de camisas de futebol, e esse camarada indicou porque tinha muita coisa que não vendia nas lojas", recorda. "O que mais me chamou a atenção é que os valores eram altos. Não existiam e-commerces, então tinha uma margem maior nas negociações", complementa.
LEIA TAMBÉM > Calendário de 2026 exige estratégia e planejamento dos empreendedores
Estagiário e ganhando R$ 150,00 por mês, Carlinhos enxergou naquela plataforma uma maneira de ganhar um dinheiro extra. "Fui numa lojinha no Centro e peguei uma camiseta branca, da Itália, por R$ 25,00. Anunciei no Mercado Livre por R$ 85,00 e um cara de São Caetano do Sul comprou", lembra.
Com o passar do tempo, Carlinhos começou a levar o ofício cada vez mais a sério. "Conheci um pessoal de Buenos Aires e trocava muitas peças com eles, então comecei a me diferenciar por ter muitas coisas de times da América Latina", conta, destacando que, em 2008, criou o blog Brechó do Futebol, que dá nome à marca até hoje.
Em 2010, junto com seus sócios, Carlinhos começou a procurar pontos comerciais que comportassem um bar e sua loja. "Encontramos o ponto da Fernando Machado e estamos até hoje", comenta, sobre a unidade do Centro Histórico.
Estagiário e ganhando R$ 150,00 por mês, Carlinhos enxergou naquela plataforma uma maneira de ganhar um dinheiro extra. "Fui numa lojinha no Centro e peguei uma camiseta branca, da Itália, por R$ 25,00. Anunciei no Mercado Livre por R$ 85,00 e um cara de São Caetano do Sul comprou", lembra.
Com o passar do tempo, Carlinhos começou a levar o ofício cada vez mais a sério. "Conheci um pessoal de Buenos Aires e trocava muitas peças com eles, então comecei a me diferenciar por ter muitas coisas de times da América Latina", conta, destacando que, em 2008, criou o blog Brechó do Futebol, que dá nome à marca até hoje.
Em 2010, junto com seus sócios, Carlinhos começou a procurar pontos comerciais que comportassem um bar e sua loja. "Encontramos o ponto da Fernando Machado e estamos até hoje", comenta, sobre a unidade do Centro Histórico.
A primeira ampliação da marca veio em 2019, com a abertura da unidade do bairro Moinhos de Vento. "Tinha tudo para ser um salto, com Grêmio e Inter indo para a Libertadores, mas aí veio a pandemia e deu uma quebrada. Fizemos a reforma mas não conseguimos trabalhar, só em 2021", lamenta Carlinhos, acrescentando que, também em 2021, ocorreu a segunda expansão da marca, quando passaram a administrar a operação do Gaúcha Sports Bar, no Viva Open Mall.
A loja reúne camisetas de diversos times e seleções
FABIOLA CORREA/JC
Onde encontrar o Brechó do Futebol
O Brechó do Futebol conta com três bares e duas lojas em Porto Alegre. As unidades do Centro, na rua Fernando Machado, nº 1188, e do Moinhos de Vento, na rua Marquês do Herval, nº 225, contam com bar e brechó. Já a unidade do Viva Open Mall, na avenida Nilo Peçanha, nº 3228, possui apenas bar.
O horário de funcionamento varia em cada operação. No Centro, o bar funciona de terça a sábado, das 17h à meia-noite, e abre às 16h30min aos domingos. Já a loja funciona de segunda a sábado, das 13h às 19h. No Moinhos de Vento, o bar opera das 16h às 23h, de terça a sábado, e das 15h às 22h no domingo. A loja funciona de segunda a sábado, entre 13h e 19h. No Viva Open Mall, o bar funciona todos os dias a partir das 11h30min.
O horário de funcionamento varia em cada operação. No Centro, o bar funciona de terça a sábado, das 17h à meia-noite, e abre às 16h30min aos domingos. Já a loja funciona de segunda a sábado, das 13h às 19h. No Moinhos de Vento, o bar opera das 16h às 23h, de terça a sábado, e das 15h às 22h no domingo. A loja funciona de segunda a sábado, entre 13h e 19h. No Viva Open Mall, o bar funciona todos os dias a partir das 11h30min.
A decoração do bar do Brechó do Futebol é repleta de flâmulas de clubes de todas as partes do mundo
FABIOLA CORREA/JC

