A Banca do Holandês é conhecida por ser uma das operações centrais do Mercado Público de Porto Alegre e um dos negócios mais tradicionais da Capital com 107 anos de história. Há alguns anos, no entanto, o comércio vem crescendo e abrindo novas lojas pela cidade. Em janeiro, o bairro Bela Vista recebeu a mais nova unidade da banca. Com ticket médio mais alto e área ampla, com 450 m², o espaço tem novidades como ambiente para consumo interno e cafeteria.
A oportunidade de abrir a nova unidade se deu a partir de uma parceria com a CFL Empreendimentos, empresa que construiu um complexo de alto padrão com três torres no local: um residencial, um hotel e um prédio comercial, onde fica a Banca do Holandês no térreo. “Aqui, quando tiver mais ocupado, vai dar um fluxo legal, porque tem muitos funcionários”, analisa Sérgio Rosa, pai da família que administra o negócio. “Mas a negociação demorou e saiu mais caro do que o previsto. Só batemos o martelo quando surgiu a ideia de ter um elevador que leva do estacionamento para a banca, mas isso gerou um custo”, complementa, ressaltando que o estacionamento é indispensável.
Mesmo com diferentes perfis de público em cada uma das unidades, o objetivo de todas as lojas é sempre manter o padrão de atendimento. “Não tem fórmula mágica. Lá no Mercado, vamos ter menos quantidade de produtos, por conta do espaço, mas sempre com variedade. Aqui, conseguimos ampliar. São cerca de 8 mil produtos. Temos presunto de R$ 50,00 o quilo até um Pata Negra importado, de R$ 1.800,00. Só de vinhos e espumantes temos mais de 2,5 mil rótulos”, frisa o sócio Lourenço Rosa.
A oportunidade de abrir a nova unidade se deu a partir de uma parceria com a CFL Empreendimentos, empresa que construiu um complexo de alto padrão com três torres no local: um residencial, um hotel e um prédio comercial, onde fica a Banca do Holandês no térreo. “Aqui, quando tiver mais ocupado, vai dar um fluxo legal, porque tem muitos funcionários”, analisa Sérgio Rosa, pai da família que administra o negócio. “Mas a negociação demorou e saiu mais caro do que o previsto. Só batemos o martelo quando surgiu a ideia de ter um elevador que leva do estacionamento para a banca, mas isso gerou um custo”, complementa, ressaltando que o estacionamento é indispensável.
Mesmo com diferentes perfis de público em cada uma das unidades, o objetivo de todas as lojas é sempre manter o padrão de atendimento. “Não tem fórmula mágica. Lá no Mercado, vamos ter menos quantidade de produtos, por conta do espaço, mas sempre com variedade. Aqui, conseguimos ampliar. São cerca de 8 mil produtos. Temos presunto de R$ 50,00 o quilo até um Pata Negra importado, de R$ 1.800,00. Só de vinhos e espumantes temos mais de 2,5 mil rótulos”, frisa o sócio Lourenço Rosa.
O espaço de vinhos e espumantes da Banca do Holandês tem mais de 2,5 mil rótulos
Dener Pedro/Especial/JC
LEIA TAMBÉM > Cinco dicas essenciais para uma sucessão familiar bem-sucedida
A grande novidade da operação em relação às outras é o espaço para consumo de produtos dentro da loja. “É nossa primeira unidade com cafeteria, estamos melhorando o cardápio. Mas a ideia é que as pessoas possam experimentar tudo que tem no balcão aqui mesmo. Queremos implementar isso nas outras lojas também”, projeta Lourenço.
A grande novidade da operação em relação às outras é o espaço para consumo de produtos dentro da loja. “É nossa primeira unidade com cafeteria, estamos melhorando o cardápio. Mas a ideia é que as pessoas possam experimentar tudo que tem no balcão aqui mesmo. Queremos implementar isso nas outras lojas também”, projeta Lourenço.
Sucessão familiar
O crescimento da Banca do Holandês é fruto do trabalho em família. O pai, Sérgio Rosa, faz questão de deixar claro a intenção de passar o bastão aos filhos em breve. “Não quero mais me envolver”, diz, em tom bem humorado. “Mas uma coisa que me orgulha na vida é esses dois. Quando entrei no negócio com o meu pai, nós éramos sete pessoas. Hoje, estamos com 150, 160. Eles respiraram o negócio desde que nasceram e representam a nossa cultura de fazer, que para nós é tudo”, destaca Sérgio sobre os filhos Lourenço Rosa e Renata Alcântara.
Dos tempos da pandemia de Covid-19 para cá, a Banca do Holandês triplicou seu tamanho, de acordo com Lourenço. “Isso significa triplicar o desafio em todas as áreas. Compras, financeiro, gestão de caixa, de pessoas, atendimento, tudo. E o nosso grande desafio é formar novas lideranças, porque não conseguimos mais dar conta de tudo. Dizem que o olho do dono engorda o boi, e é verdade, mas chega um momento que o olho não consegue estar em todos os lugares”, admite.
Sobre a formação de lideranças, Sérgio destaca que os gerentes são formados na casa. “Não vamos contratar alguém de fora para colocar na gestão. Muita gente reclama que é difícil encontrar gente para trabalhar, mas não é. Difícil é encontrar pessoas para comandar. Nosso desafio é a cultura. Todos os gerentes que temos são dos nossos [colaboradores]. Pessoas que vieram de outro estado atrás de emprego, que trabalhavam pintando rua no sol, que vendiam no semáforo. Chego a me emocionar porque conseguimos mudar a vida de muita gente”, enaltece Sérgio.
Dos tempos da pandemia de Covid-19 para cá, a Banca do Holandês triplicou seu tamanho, de acordo com Lourenço. “Isso significa triplicar o desafio em todas as áreas. Compras, financeiro, gestão de caixa, de pessoas, atendimento, tudo. E o nosso grande desafio é formar novas lideranças, porque não conseguimos mais dar conta de tudo. Dizem que o olho do dono engorda o boi, e é verdade, mas chega um momento que o olho não consegue estar em todos os lugares”, admite.
Sobre a formação de lideranças, Sérgio destaca que os gerentes são formados na casa. “Não vamos contratar alguém de fora para colocar na gestão. Muita gente reclama que é difícil encontrar gente para trabalhar, mas não é. Difícil é encontrar pessoas para comandar. Nosso desafio é a cultura. Todos os gerentes que temos são dos nossos [colaboradores]. Pessoas que vieram de outro estado atrás de emprego, que trabalhavam pintando rua no sol, que vendiam no semáforo. Chego a me emocionar porque conseguimos mudar a vida de muita gente”, enaltece Sérgio.
LEIA TAMBÉM > Operações gastronômicas de Porto Alegre apostam no Litoral Norte para expandir
Para o futuro, a ideia é seguir expandindo o negócio de acordo com as oportunidades. “Muita gente pede para abrirmos em vários lugares, até em Santa Catarina. Mas estamos de olho no Litoral Norte, especialmente na região de Xangri-lá. Se tudo der certo, ano que vem estaremos no Litoral”, planeja Sérgio.
Para o futuro, a ideia é seguir expandindo o negócio de acordo com as oportunidades. “Muita gente pede para abrirmos em vários lugares, até em Santa Catarina. Mas estamos de olho no Litoral Norte, especialmente na região de Xangri-lá. Se tudo der certo, ano que vem estaremos no Litoral”, planeja Sérgio.
Nova unidade da Banca do Holandes fica na Nilo Peçanha, ao lado do Shopping Iguatemi
Banca do Holandês/Divulgação/JC
Informações gerais sobre a Banca do Holandês
A nova unidade da Banca do Holandês fica localizada na avenida Nilo Peçanha, nº 2800, bairro Bela Vista. O horário de atendimento é das 9h às 20h, de segunda a sábado. Mais informações podem ser consultadas no site bancadoholandes.com.br.

