Com videogames, jogos de tabuleiro, pingue-pongue, karaokê e referências visuais que remetem aos anos 2000, o Bar Que Eu Gosto (@obarqueeugosto) abriu as portas na Cidade Baixa com a proposta de ser mais do que um ponto para comer e beber. Localizado na rua João Alfredo, nº 543, o espaço aposta na convivência, na interação e na nostalgia como parte central da experiência.
Inaugurado em outubro de 2025, o bar é comandado por Pietro Vlacic, ao lado da esposa, Keity Marinho, e da mãe, Deisi Porto. A ideia, segundo o proprietário, é que as pessoas frequentem o local para se divertir, jogar, cantar, não apenas para consumir.
“Xodó” de Pietro, o Bar Que Eu Gosto nasceu há apenas três meses, mas sempre foi uma sina na vida do empreendedor. Quando completou a maioridade, foi de mala e cuia para São Paulo, onde atuou em diferentes frentes de um bar, como caixa, barman e DJ. “Fiquei 11 anos longe do Sul. Nesse ínterim, trabalhei tocando como DJ e construí uma agência de turismo no Rio de Janeiro. Sempre tive esse sonho de abrir um bar, quando voltei e encontrei o ponto disse: ‘vai ser aqui que vou tirar esse sonho do papel’”, comenta o empreendedor, que contou com as dicas da mãe, moradora da Cidade Baixa, para definir o endereço.
Deisi, que não se considera sócia, mas sim uma “mãe atuante”, ajudou, ao lado da nora Keity — fotógrafa que hoje dedica a maior parte do tempo ao bar — a viabilizar o projeto. “Alugamos pois sabíamos que era um bom point e, em um mês, reformamos, arrumamos, pintamos e o bar começou a surgir, começou a ter a nossa cara, a cara do Pietro, e está sendo muito bom”, conta a professora aposentada sobre o negócio que acabou se tornando um projeto de família.
Inaugurado em outubro de 2025, o bar é comandado por Pietro Vlacic, ao lado da esposa, Keity Marinho, e da mãe, Deisi Porto. A ideia, segundo o proprietário, é que as pessoas frequentem o local para se divertir, jogar, cantar, não apenas para consumir.
“Xodó” de Pietro, o Bar Que Eu Gosto nasceu há apenas três meses, mas sempre foi uma sina na vida do empreendedor. Quando completou a maioridade, foi de mala e cuia para São Paulo, onde atuou em diferentes frentes de um bar, como caixa, barman e DJ. “Fiquei 11 anos longe do Sul. Nesse ínterim, trabalhei tocando como DJ e construí uma agência de turismo no Rio de Janeiro. Sempre tive esse sonho de abrir um bar, quando voltei e encontrei o ponto disse: ‘vai ser aqui que vou tirar esse sonho do papel’”, comenta o empreendedor, que contou com as dicas da mãe, moradora da Cidade Baixa, para definir o endereço.
Deisi, que não se considera sócia, mas sim uma “mãe atuante”, ajudou, ao lado da nora Keity — fotógrafa que hoje dedica a maior parte do tempo ao bar — a viabilizar o projeto. “Alugamos pois sabíamos que era um bom point e, em um mês, reformamos, arrumamos, pintamos e o bar começou a surgir, começou a ter a nossa cara, a cara do Pietro, e está sendo muito bom”, conta a professora aposentada sobre o negócio que acabou se tornando um projeto de família.
Nostalgia dos anos 2000
O nome do bar surgiu ainda nos rascunhos da ideia. “Gosto muito de samba e de bar de diversão. Queria ter samba de vez em quando, DJ de vez em quando, mas não encontrava um lugar que fosse assim. Eu queria que fosse um bar que eu gosto”, explica Pietro, que, a partir dessa reflexão, formou o conceito de acordo com as vivências pessoais acumuladas ao longo da vida. “Fui botando um pouco de todas as referências que tive na minha vida. Vi muito essa época da MTV, o finalzinho dela. Queria trazer essa vibe meio nostálgica de 2000, 2010”, relata. A estética do bar, marcada por neons cintilantes e cores enérgicas, dialoga diretamente com esse período. “Normalmente, o bar é preto. A gente queria fugir um pouco disso. Primeiro veio o rosa, depois o azul, misturamos e combinou”, diz.
A decoração acompanha essa lógica de construção constante. Bancos de ônibus vindos do interior, que pertenciam a uma antiga sorveteria que fechou, fazem parte do ambiente e já mudaram de lugar algumas vezes dependendo da ocasião. O espaço não é pensado como algo fixo, mas como um local que se adapta, se reorganiza e se reinventa com o tempo.
A decoração acompanha essa lógica de construção constante. Bancos de ônibus vindos do interior, que pertenciam a uma antiga sorveteria que fechou, fazem parte do ambiente e já mudaram de lugar algumas vezes dependendo da ocasião. O espaço não é pensado como algo fixo, mas como um local que se adapta, se reorganiza e se reinventa com o tempo.
Nintendo plugado em uma TV de tubo evoca a nostalgia da clientela
Gustavo Marchant/Especial/JC
Jogos e cardápio criativo
Além do visual, a proposta se sustenta na diversidade de usos. O bar reúne jogos como Uno, baralho, Perfil, Stop, Detetive e Fla-Flu, além de videogames, pingue-pongue e karaokê. “Nós temos tudo para manter quem vem aqui, que não vai vir só uma vez. A gente até teve um pouco de medo de rotular como bar de jogos, mas acho que a gente consegue ter uma gama de várias coisas”, explica. “Tem gente que vem jogar numa sexta e volta no sábado porque tem show. Dentro do próprio mês e da agenda, já surgem pequenas invenções” relata Pietro, para que o bar com ambiente instagramável não caia na monotonia.
Pingue-pongue faz sucesso logo na entrada do bar
Gustavo Marchant/Especial/JC
No cardápio, a proposta segue a mesma linha leve e bem-humorada. Entre os drinks, o Sex on the Guaíba (vodka, suco de laranja natural, licor de bergamota e xarope de frutas vermelhas) custa R$ 28,00; O Gin Que Eu Gosto (gin infusionado com bubbaloo, soda, espumante de morango e balinhas), R$ 32,00. Para quem não bebe álcool, o Guaíba Limpo sai por R$ 16,00. Já o shot Tá pegando fogo, bicho, servido literalmente em chamas — com um maçarico —, custa R$ 14,00. As pizzas partem de R$ 32,00, com sabores como marguerita, frango com cream cheese, calabresa e quatro queijos.
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Em poucos meses de funcionamento, a convivência virou um dos pontos centrais do espaço. “Desde que o bar abriu, a gente percebe muitas pessoas voltando. Já tem clientes fixos”, observa Keity. “Por isso que a gente brinca que eles são amigos, porque a gente revê muito e realmente está fazendo novas amizades", conclui.
Inserido em um momento de retomada da João Alfredo, o bar também se conecta a outros empreendimentos recentes da rua e aposta na colaboração como estratégia de fortalecimento da Cidade Baixa. “A gente abriu e, no mês seguinte, outros três bares também chegaram por aqui. Há cerca de 10 anos, a João Alfredo era uma das principais ruas da Cidade Baixa, e a ideia agora é se juntar para trazer esse movimento de volta”, aponta Pietro, que reforça a ideia de união, e não de concorrência.
Em poucos meses de funcionamento, a convivência virou um dos pontos centrais do espaço. “Desde que o bar abriu, a gente percebe muitas pessoas voltando. Já tem clientes fixos”, observa Keity. “Por isso que a gente brinca que eles são amigos, porque a gente revê muito e realmente está fazendo novas amizades", conclui.
Inserido em um momento de retomada da João Alfredo, o bar também se conecta a outros empreendimentos recentes da rua e aposta na colaboração como estratégia de fortalecimento da Cidade Baixa. “A gente abriu e, no mês seguinte, outros três bares também chegaram por aqui. Há cerca de 10 anos, a João Alfredo era uma das principais ruas da Cidade Baixa, e a ideia agora é se juntar para trazer esse movimento de volta”, aponta Pietro, que reforça a ideia de união, e não de concorrência.
Decoração é inspirada na MTV e na estética dos anos 2000
Gustavo Marchant/Especial/JC
Endereço e horário de funcionamento
O Bar Que Eu Gosto fica na rua João Alfredo, nº 543, na Cidade Baixa. O bar começa suas operações na quinta-feira, das 18h à meia-noite; às sextas e sábados, abre no mesmo horário, mas se estende até as 2h. Aos domingos, das 16h às 22h.

