Roberta Fofonka, especial para o JC
Na noite da 28ª edição do prêmio O Futuro da Terra, dedicada a celebrar as pesquisas e pesquisadores gaúchos, o diretor-presidente da Fapergs, Odir Dellagostin, enfatizou que o Rio Grande do Sul é o estado com a maior produção científica do Brasil, com mais de 50 instituições - entre elas as universidades Ufrgs, UFSM, UFPel, Furg e Unipampa.
Na noite da 28ª edição do prêmio O Futuro da Terra, dedicada a celebrar as pesquisas e pesquisadores gaúchos, o diretor-presidente da Fapergs, Odir Dellagostin, enfatizou que o Rio Grande do Sul é o estado com a maior produção científica do Brasil, com mais de 50 instituições - entre elas as universidades Ufrgs, UFSM, UFPel, Furg e Unipampa.
“Com tantas mentes brilhantes que temos aqui, esse protagonismo seria ainda melhor se conseguíssemos investir de forma ainda mais expressiva em ciência e tecnologia”, disse, fazendo menção à presença do governador Eduardo Leite na ocasião.
A indicação dos premiados, que definiu como “a nata” da produção de conhecimento gaúcha, é feita por programas de pós-graduação, associações e instituições de pesquisa.
O dirigente pontuou, ainda, que os resultados obtidos no avanço do conhecimento e da tecnologia são fundamentais para o desenvolvimento econômico social e ambiental do Estado. Dellagostin também destacou a participação feminina entre os premiados da noite. “Hoje temos mais pesquisadoras do que pesquisadores, e nos próximos anos iremos presenciar ainda mais agraciadas no prêmio, o que é uma grande alegria para nós”, ressaltou. E aproveitou para estender as congratulações da premiação às equipes de cada homenageado.
“Não se faz pesquisa sozinho. Pesquisa é um trabalho em equipe, requer força de trabalho, mão de obra, trabalho de bancada e de campo. Sintam-se essas equipes também reconhecidas na noite de hoje”, festejou.
Odir também recebeu, das mãos do governador Eduardo Leite e do Diretor-Presidente do Jornal do Comércio, Giovanni Jarros Tumelero, homenagem pelos 60 anos da instituição de pesquisa.
O dirigente pontuou, ainda, que os resultados obtidos no avanço do conhecimento e da tecnologia são fundamentais para o desenvolvimento econômico social e ambiental do Estado. Dellagostin também destacou a participação feminina entre os premiados da noite. “Hoje temos mais pesquisadoras do que pesquisadores, e nos próximos anos iremos presenciar ainda mais agraciadas no prêmio, o que é uma grande alegria para nós”, ressaltou. E aproveitou para estender as congratulações da premiação às equipes de cada homenageado.
“Não se faz pesquisa sozinho. Pesquisa é um trabalho em equipe, requer força de trabalho, mão de obra, trabalho de bancada e de campo. Sintam-se essas equipes também reconhecidas na noite de hoje”, festejou.
Odir também recebeu, das mãos do governador Eduardo Leite e do Diretor-Presidente do Jornal do Comércio, Giovanni Jarros Tumelero, homenagem pelos 60 anos da instituição de pesquisa.