Alberto Guerra assumiu oficialmente a presidência do Grêmio na noite desta quarta-feira (16), em cerimônia no auditória da Arena. No entanto, o mandatário já vinha trabalhando nos bastidores com alguns nomes, mesmo sem saber se seria o vencedor nas urnas. Um dos profissionais citados em campanha foi o diretor de futebol Rodrigo Caetano, atualmente no Atlético-MG.
Nesta quarta-feira, o profissional do Galo, em coletiva em Belo Horizonte, confirmou que foi procurado por Guerra para assumir o cargo, porém, afirmou que pretende cumprir seu contrato, que vai até 2025, e só deixaria o Atlético caso a diretoria alvinegra não quisesse sua permanência. Há rumores de que o Galo deva passar por um processo de implementação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o que tornaria a permanência de alguns profissionais incerta.
"Sempre tive uma relação muito próxima com o candidato que acabou sendo eleito presidente do Grêmio, Alberto Guerra. O que também não é novidade é que fui atleta do Grêmio desde a escolinha até o profissional. E meu primeiro trabalho fora de campo foi no Grêmio. Praticamente me formei no Grêmio. É natural que meu nome seja lembrado. Realmente ele me fez um convite, mas não houve proposta", contou.
Caetano fez questão de deixar bem clara sua relação, neste momento, com o Atlético-MG e reforçar que deve seguir trabalhando em Minas. "Pretendo cumprir meu contrato com o Galo, e disse a ele que só estaria apto para algum tipo de conversa, em relação a uma proposta de trabalho, caso minha permanência aqui não acontecesse. Até aqui, não foi isso que aconteceu. Meu trabalho segue até uma definição diferente da atual", afirmou.
Em relação ao futuro treinador, Guerra deve viajar ao Rio de Janeiro nos próximos dias para acertar os últimos detalhes com Renato Portaluppi. O técnico já havia encaminhado um acerto verbal com o presidente antes mesmo do pleito.