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Publicada em 09 de Setembro de 2026 às 09:39

CNI pede bom senso e responsabilidade na condução do País e diz que crise exige reação vigorosa

Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), clama por bom senso e responsabilidade na condução dos rumos do País

Ricardo Alban, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), clama por bom senso e responsabilidade na condução dos rumos do País

Gilberto Sousa/CNI/Divulgação/JC
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Agências
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, publicou nesta quarta-feira (9) um posicionamento clamando por bom senso e responsabilidade na condução dos rumos do País. O texto diz que a atual crise institucional, no Supremo Tribunal Federal (STF), exige reação vigorosa, justa e responsável.
 
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia", escreve.
 
 
A CNI alerta as autoridades sobre a necessidade de os próximos passos da crise serem com equilíbrio e atenção.
 
"Não podemos deixar que questões políticas, eleitorais ou crises institucionais travem o desenvolvimento. Não podemos, mais uma vez, perder as oportunidades de crescimento no cenário internacional", completou.
 
Ele afirmou ainda que o momento é decisivo de "inflexão" no qual cada movimento é importante para se planejar um Brasil próspero para os jovens.
 
"Por isso, convocamos todos os poderes constituídos, empresários e trabalhadores pelo consenso em torno de temas estratégicos para o País, como o estabelecimento de metas fiscais e políticas econômicas estruturantes que possam garantir investimentos e crescimento econômico. Isso só se dará de forma justa, com amplo direito a defesa, sem que haja qualquer influência político-partidária", disse.
 
Por fim, termina dizendo que todos somos brasileiros e brasileiras e que, por isso, se deve continuar a acreditar que o País vale a pena.

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