A companhia gaúcha Be8 e o Banco do Brasil celebraram nesta sexta-feira (21), durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30), um Protocolo de Intenções para estudos e tratativas com vistas a viabilizar a substituição do diesel mineral utilizado nos grupos geradores de energia da instituição pelo novo biocombustível Be8 BeVant. Conforme nota da Be8, as empresas estabelecem a partir deste momento compromissos de cooperação mútua para a realização de estudos e tratativas com vistas a viabilizar a operação.
LEIA TAMBÉM: Um novo combustível surge em Passo Fundo
Nesse período, será conduzida a análise de compatibilidade técnica, financeira, jurídica, regulatória e operacional do Be8 BeVant com o parque de grupos geradores instalado, considerando a diversidade de marcas e modelos de equipamentos. Os números de geradores envolvidos e volume a ser ofertado serão definidos após o estudo.
“Buscamos continuamente soluções inovadoras que reforcem a nossa agenda de descarbonização”, comenta o vice-presidente de Atacado do Banco do Brasil, Francisco Lassalvia. “A parceria com a Be8 representa mais um passo concreto nessa trajetória, ao explorar um biocombustível que pode acelerar a transição energética do Banco do Brasil. Estamos comprometidos em ampliar o uso de fontes limpas e elevar o padrão de sustentabilidade das nossas operações”, completa Lassalvia.
“É muito importante estarmos juntos com o Banco do Brasil, que é uma referência no segmento financeiro global e com comprometimento com a sustentabilidade, com esta solução pronta e que permite que a instituição cumpra seus compromissos de descarbonização no curto prazo”, destaca o presidente da Be8, Erasmo Carlos Battistella.
Be8 BeVant
O Be8 BeVant, segundo a Be8, tem potencial de reduzir até 99% das emissões quando comparado ao diesel de origem fóssil. Com maior teor de éster, ele reduz até 50% as emissões de CO (monóxido de carbono), até 85% a emissão de materiais particulados e em até 90% de fumaça preta.
É indicado para atender as demandas dos setores de logística, de transportes coletivos e de cargas nos modais rodoviário, hidroviário, marítimo e ferroviário, assim como equipamentos para a produção de minérios e geradores.