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Publicada em 07 de Outubro de 2025 às 17:38

Mudança de sede marca nova fase no Instituto Cultural

Espaço no Bom Fim foi remodelado e readequado conforme as características do Cultural

Espaço no Bom Fim foi remodelado e readequado conforme as características do Cultural

DANI BARCELLOS/ESPECIAL/JC
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Miguel Campana
Miguel Campana Repórter
O Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano está de casa nova. Como parte de seu plano de reestruturação e crescimento, a escola de inglês deixou a histórica sede no Centro de Porto Alegre e se instalou em dois endereços diferentes: a unidade pedagógica, no bairro Bom Fim, e o centro administrativo, na sede da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA). O antigo espaço foi alugado para a Secretaria Municipal de Educação da Capital, em negociação que deu fôlego financeiro para a instituição pensar em aquisições futuras. 
O Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano está de casa nova. Como parte de seu plano de reestruturação e crescimento, a escola de inglês deixou a histórica sede no Centro de Porto Alegre e se instalou em dois endereços diferentes: a unidade pedagógica, no bairro Bom Fim, e o centro administrativo, na sede da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA). O antigo espaço foi alugado para a Secretaria Municipal de Educação da Capital, em negociação que deu fôlego financeiro para a instituição pensar em aquisições futuras. 
Antes utilizado por outra escola de inglês, o espaço no Bom Fim foi remodelado e readequado conforme as características do Cultural. Com mais de 300m², a nova sede apresenta cinco salas de aula, uma biblioteca e um makerspace, que é um espaço para a realização dos mais diversos tipos de trabalho, a depender da turma e do professor. "O novo espaço é muito moderno e funcional, e se localiza em uma zona de grande movimento, muito mais dinâmica. É isto que estamos propondo neste momento", comenta o presidente do Instituto Cultural, Paulo Pereira.
Para ele, a mudança de sede marca uma nova fase na história da instituição, que vem se transformando nos últimos anos. “O Cultural está voltando ao lugar de onde nunca deveria ter saído. Desde que assumi como presidente, no final de 2023, refizemos os estatutos, elegemos um novo conselho, criamos uma nova gestão administrativa e refizemos a metodologia de ensino. Isso tudo deu resultados extraordinários”, explica.
Em janeiro de 2024, o Cultural não tinha nenhum aluno matriculado, cenário bem diferente do atual, em que a instituição conta com 98 estudantes. Se confirmado o plano de expansão para cinco sedes, o Instituto poderá chegar a 500 alunos até 2027.
Para ajudar na divulgação de sua nova fase, a instituição está investindo na atualização de seu site, a fim de aproximá-lo da realidade dos estudantes e da juventude, de forma geral. Além disso, recentemente, o Cultural organizou o evento Maker Day, no qual abriu suas portas para que qualquer pessoa interessada tivesse a oportunidade de conhecer o trabalho realizado na escola. Os participantes puderam intercalar entre aulas de cultura, poesia e jogos, todas realizadas em inglês.
Os interessados em fazer a matrícula no Instituto Cultural passam por um processo de nivelamento, através do qual são designados para a turma que corresponde ao seu nível de fluência em inglês. "Os alunos gradualmente aprendem e melhoram seu nível de inglês. A satisfação que eles têm de frequentar as aulas e os espaços da escola é estimulante para nós", comenta Pereira. A escola já conta com dez professores capacitados com a metodologia do Cultural, que coloca o aluno no centro do processo de aprendizagem. 

Fundada por Érico Veríssimo, instituição planeja resgatar prestígio no ensino da língua inglesa

Criado há 87 anos pelo escritor Érico Veríssimo, o Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano foi, por décadas, uma das principais referências no ensino de inglês no Estado. Na nova fase, marcada pela mudança de sede, a instituição pretende retomar o prestígio.
"Sempre fomos uma instituição pioneira, avançada e com bons resultados. Quando se fala no Cultural, as pessoas pensam imediatamente em uma escola de inglês", completa Pereira.

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