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Publicada em 18 de Julho de 2025 às 17:36

Indústria completa 25 anos na Região Metropolitana de Porto Alegre

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Ana Stobbe
Ana Stobbe Repórter
O frio 20 de julho de 2000 marcou a inauguração da fábrica da GM na cidade de Gravataí. A solenidade reuniu diversas autoridades estaduais e federais, assim como trabalhadores fabris, convidados e cerca de 300 jornalistas de todo o Brasil e da América do Sul.  As tratativas haviam iniciado anos antes. A princípio, os estados favoritos para receber o investimento eram Santa Catarina e Minas Gerais, com a possibilidade de São Paulo ganhar mais uma unidade da GM, dessa vez no Interior. O Rio Grande do Sul entrou tarde na jogada, mas acabou vitorioso: em dezembro de 1996, a empresa confirmou ao governador gaúcho da época, Antônio Britto (PMDB, 1995 - 1999), e ao então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB, 1995 - 2002), que se instalaria no Estado. Em março de 1997, Britto e o presidente da GM no Brasil naquele momento Mark Hogan oficializaram a escolha por Gravataí para receber o empreendimento. As novidades eram duas. Por um lado, a GM inovou ao apostar na construção de um condomínio industrial, que reuniu os fornecedores em um só local para reduzir os custos de produção dos veículos. Por outro, seria produzido em solo gaúcho um novo modelo de veículo: o Celta, um projeto de carro popular que se tornaria um sucesso de vendas em todo o País. Um ano após a instalação, a empresa produzia 415 unidades do veículo por dia. Hoje, a contagem é anual: a GM possui capacidade de produzir até 320 mil veículos ao ano, embora o volume de fabricação seja condicionado à demanda do mercado. Quando a indústria anunciou seu mais recente aporte bilionário, em julho de 2024, já haviam sido fabricadas desde a fundação da planta 4,7 milhões de unidades dos modelos Celta, Prisma, Onix e Novo Onix. Já os investimentos devem chegar a R$ 5,7 bilhões em 2026.
  • O frio 20 de julho de 2000 marcou a inauguração da fábrica da GM na cidade de Gravataí. A solenidade reuniu diversas autoridades estaduais e federais, assim como trabalhadores fabris, convidados e cerca de 300 jornalistas de todo o Brasil e da América do Sul. 
  • As tratativas haviam iniciado anos antes. A princípio, os estados favoritos para receber o investimento eram Santa Catarina e Minas Gerais, com a possibilidade de São Paulo ganhar mais uma unidade da GM, dessa vez no Interior.
  • O Rio Grande do Sul entrou tarde na jogada, mas acabou vitorioso: em dezembro de 1996, a empresa confirmou ao governador gaúcho da época, Antônio Britto (PMDB, 1995 - 1999), e ao então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB, 1995 - 2002), que se instalaria no Estado. Em março de 1997, Britto e o presidente da GM no Brasil naquele momento Mark Hogan oficializaram a escolha por Gravataí para receber o empreendimento.
  • As novidades eram duas. Por um lado, a GM inovou ao apostar na construção de um condomínio industrial, que reuniu os fornecedores em um só local para reduzir os custos de produção dos veículos. Por outro, seria produzido em solo gaúcho um novo modelo de veículo: o Celta, um projeto de carro popular que se tornaria um sucesso de vendas em todo o País.
  • Um ano após a instalação, a empresa produzia 415 unidades do veículo por dia. Hoje, a contagem é anual: a GM possui capacidade de produzir até 320 mil veículos ao ano, embora o volume de fabricação seja condicionado à demanda do mercado.
  • Quando a indústria anunciou seu mais recente aporte bilionário, em julho de 2024, já haviam sido fabricadas desde a fundação da planta 4,7 milhões de unidades dos modelos Celta, Prisma, Onix e Novo Onix. Já os investimentos devem chegar a R$ 5,7 bilhões em 2026.

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