A multinacional de máquinas agrícolas John Deere projeta um ano de recuperação depois das cheias de maio que abalaram produtores e lavouras no Rio Grande do Sul. De acordo com Tiago Dickel, gerente de vendas da John Deere para o estado, embora seja cedo para falar em números precisos, há uma expectativa de que o mercado para equipamentos cresça em torno de 5% a 10% em relação ao ano de 2024, o que deve impulsionar as vendas da empresa.
"Além da recuperação, tem segmentos que estão em expansão de demanda. Um exemplo é o mercado de café, outro é de arroz", explicou Dickel. Ele relembra que clientes que utilizam as máquinas da John Deere foram afetados na zona norte e centro do Estado e que agora passam por uma recuperação do solo, onde a empresa tem prestado auxílio. "Queremos que o produtor volte 100%."
Já Gustavo Barden, diretor Comercial e Operações da SLC Máquinas, concessionária para a linha verde da John Deere para a região norte do estado, confirma que o ano tende a ser bom para a agricultura e, portanto, para o setor de máquinas. "A soja foi plantada no momento correto, tivemos a chuva que estávamos precisando, então estamos apostando em uma boa safra e em um bom ano para negociação e renovação de frota", considerou, ressaltando que os produtores costumam trocar de frota em cerca de 3 anos. Na visão dele, o principal desafio é estar perto de pequenos produtores para apresentar e acompanhar o uso das máquinas.
"Além da recuperação, tem segmentos que estão em expansão de demanda. Um exemplo é o mercado de café, outro é de arroz", explicou Dickel. Ele relembra que clientes que utilizam as máquinas da John Deere foram afetados na zona norte e centro do Estado e que agora passam por uma recuperação do solo, onde a empresa tem prestado auxílio. "Queremos que o produtor volte 100%."
Já Gustavo Barden, diretor Comercial e Operações da SLC Máquinas, concessionária para a linha verde da John Deere para a região norte do estado, confirma que o ano tende a ser bom para a agricultura e, portanto, para o setor de máquinas. "A soja foi plantada no momento correto, tivemos a chuva que estávamos precisando, então estamos apostando em uma boa safra e em um bom ano para negociação e renovação de frota", considerou, ressaltando que os produtores costumam trocar de frota em cerca de 3 anos. Na visão dele, o principal desafio é estar perto de pequenos produtores para apresentar e acompanhar o uso das máquinas.
Planta de Montenegro projeta ampliar operação no médio prazo
Cerca de 85% da produção de tratores da John Deere são destinados à venda interna e 15% para exportação. Com o novo pavilhão que está sendo construído em Montenegro, todos os equipamentos de almoxarifado deixarão o chão de fábrica até o final de março, liberando um espaço que pode ser utilizado para ampliação das operações, ou até novas linhas de montagem no médio prazo. Apesar disso, os planos ainda estão em estudo e não foram detalhados. No total, as melhorias no complexo, previstas para serem concluídas até o final do ano, contam com a expansão de 15 mil metros quadrados e com investimento de cerca de R$ 240 milhões.
Os modelos mais atuais de tratores 5E e 5EN, produzidos em Montenegro, começaram a ser entregues de fábrica no final de 2024 e início de 2025 e são direcionados para lavouras que precisam de tratores mais estreitos, como as plantações de citrus. "Estamos com tecnologia embarcada e cabine nesse tipo de trator", disse Dickel. Para este ano, não estão previstos novos lançamentos em tratores, mas de colheitadeiras e plantadeiras, produzidas em Horizontina. "
Tratores para agricultura familiar aumentam produtividade em 25%
A agricultura familiar é responsável por boa parte dos alimentos consumidos no país, correspondendo a 23% do valor bruto da produção agropecuária do Brasil, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).
Pensando nesse público, as linhas de tratores 5E e 5EN, novidades do mercado brasileiro, possui equipamentos com potências de 60 a 90 cv e apostam em tecnologia para ajudar pequenos produtores, o que permite o acompanhamento da produção em tempo real. O agricultor consegue realizar o monitoramento da máquina e outras ferramentas digitais, sendo capaz de planejar e analisar todas as etapas do ciclo produtivo.
As novidades têm feito a diferença na lida do campo. De acordo com o produtor de bergamotas Lucas Wadenphul, sócio da Mastercitrus, a produtividade aumentou 25% e o consumo de combustível também reduziu nos 200 hectares de terras que abrigam os pomares. São seis tipos de bergamotas, incluindo o carro-chefe, a montegrina, produzidas na safra que se inicia em abril e segue até novembro na cidade de Montenegro, no Vale do Caí.
"Melhorou muito com o trator estreito, não machuca a planta, agiliza os processos e é mais confortável para o operador, tem proteção, ar condicionado, não tem barulho. A produtividade aumentou 25%. É o nosso sonho de consumo e nos ajuda a manter a mão de obra. Usávamos um outro que era mais demorado para realizar as etapas", explicou.
O operador de máquina João Quevedo confirma que os novos tratores são mais confortáveis. "São melhores e fazem todo o serviço", afirmou. Entre as utilidades do equipamento estão pulverização e roçada. No total, a empresa produz 2 milhões de quilos por ano, frutas destinadas a oito estados brasileiros.
As novidades têm feito a diferença na lida do campo. De acordo com o produtor de bergamotas Lucas Wadenphul, sócio da Mastercitrus, a produtividade aumentou 25% e o consumo de combustível também reduziu nos 200 hectares de terras que abrigam os pomares. São seis tipos de bergamotas, incluindo o carro-chefe, a montegrina, produzidas na safra que se inicia em abril e segue até novembro na cidade de Montenegro, no Vale do Caí.
"Melhorou muito com o trator estreito, não machuca a planta, agiliza os processos e é mais confortável para o operador, tem proteção, ar condicionado, não tem barulho. A produtividade aumentou 25%. É o nosso sonho de consumo e nos ajuda a manter a mão de obra. Usávamos um outro que era mais demorado para realizar as etapas", explicou.
O operador de máquina João Quevedo confirma que os novos tratores são mais confortáveis. "São melhores e fazem todo o serviço", afirmou. Entre as utilidades do equipamento estão pulverização e roçada. No total, a empresa produz 2 milhões de quilos por ano, frutas destinadas a oito estados brasileiros.