O preço do aluguel residencial em Porto Alegre bateu um novo recorde, chegando a R$ 37,14 por metro quadrado, segundo o Índice de Aluguel QuintoAndar ImovelWeb, divulgado no começo deste mês. Em julho, a média era de R$ 35,76, enquanto em junho o valor pago era de R$ 34,57. A procura por regiões mais altas e menos afetadas pelas enchentes, como é o caso dos bairros Mont’Serrat e Rio Branco, reflete nos preços.
Nesses dois bairros, a média de preço por metro quadrado é de, respectivamente, R$ 63,70 e R$ 55,10. “Porto Alegre vive um processo de aceleração do preço do aluguel de forma expressiva, um impacto quase direto da tragédia que atingiu a região”, destaca o gerente de dados Thiago Reis, do Grupo QuintoAndar. A média registrada em agosto é a maior alta mensal em toda a série histórica do indicador, que teve início em 2019. Além disso, no período de um ano, a alta passou de 20% - algo inédito entre os municípios pesquisados.
Nesses dois bairros, a média de preço por metro quadrado é de, respectivamente, R$ 63,70 e R$ 55,10. “Porto Alegre vive um processo de aceleração do preço do aluguel de forma expressiva, um impacto quase direto da tragédia que atingiu a região”, destaca o gerente de dados Thiago Reis, do Grupo QuintoAndar. A média registrada em agosto é a maior alta mensal em toda a série histórica do indicador, que teve início em 2019. Além disso, no período de um ano, a alta passou de 20% - algo inédito entre os municípios pesquisados.
A metodologia utilizada para chegar ao cálculo considera os contratos fechados na cidade e os anúncios disponíveis na plataforma. Fatores como tamanho, número de vagas de garagem e acessibilidade a escolas também são levados em conta para realizar o levantamento sobre as condições sobre o mercado de locação. São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre utilizam o mesmo índice.
Em agosto, o preço médio do metro quadrado em Porto Alegre fechou com dois centavos abaixo de Belo Horizonte, que registrou R$ 37,16. Em julho, no entanto, a diferença era de quase um real. “O preço em Porto Alegre está acelerando demais, diferentemente de outras capitais, que estão vivenciando a desaceleração do preço, além da estagnação”, destaca Reis.
O aumento ocorreu também em áreas que foram atingidas pelas cheias. “Logo depois que aconteceu a tragédia, pessoas que tinham os imóveis somente para venda passaram a disponibilizar para locação, porque o mercado estava aquecido e viram como oportunidade”, explica. Ainda assim, segundo ele, a oferta não é compatível com a demanda.
Em agosto, o preço médio do metro quadrado em Porto Alegre fechou com dois centavos abaixo de Belo Horizonte, que registrou R$ 37,16. Em julho, no entanto, a diferença era de quase um real. “O preço em Porto Alegre está acelerando demais, diferentemente de outras capitais, que estão vivenciando a desaceleração do preço, além da estagnação”, destaca Reis.
O aumento ocorreu também em áreas que foram atingidas pelas cheias. “Logo depois que aconteceu a tragédia, pessoas que tinham os imóveis somente para venda passaram a disponibilizar para locação, porque o mercado estava aquecido e viram como oportunidade”, explica. Ainda assim, segundo ele, a oferta não é compatível com a demanda.
Dessa forma, o aumento ocorre de forma generalizada na cidade. Dos 48 bairros analisados, 32 registraram aumento. “O bairro Rio Branco tem destaque porque ele já estava valorizado no período anterior às enchentes. Agora, ele segue no top cinco, entre os mais valorizados”.
Pela proximidade com Guaíba, o bairro Praia de Belas registrou a maior queda no período, com -2,7%, enquanto Menino Deus e Três Figueiras registram uma readequação dos preços. Já na lista de mais valorizados estão os bairros Santa Cecília, Rio Branco, Jardim Lindóia, Boa Vista e Bom Jesus. Além disso, no mês de agosto, a capital dos gaúchos registrou a maior alta mensal em toda a série histórica do indicador, passando de 20%.
A principal procura é por apartamentos menores, de um ou dois quartos, especialmente em julho, - o que contribuiu para a alta ultrapassar a barreira de 20%, pela primeira vez. No entanto, no mês de agosto, apartamentos de três quartos ganharam destaque, com uma alta de 3,28%, chegando a R$ 35 o metro quadrado. Esse aumento se justifica também com base na alta procura, argumenta Reis. A recomendação é buscar com antecipação e negociar com o proprietário, que, geralmente, opta por não ficar com o imóvel parado.
Pela proximidade com Guaíba, o bairro Praia de Belas registrou a maior queda no período, com -2,7%, enquanto Menino Deus e Três Figueiras registram uma readequação dos preços. Já na lista de mais valorizados estão os bairros Santa Cecília, Rio Branco, Jardim Lindóia, Boa Vista e Bom Jesus. Além disso, no mês de agosto, a capital dos gaúchos registrou a maior alta mensal em toda a série histórica do indicador, passando de 20%.
A principal procura é por apartamentos menores, de um ou dois quartos, especialmente em julho, - o que contribuiu para a alta ultrapassar a barreira de 20%, pela primeira vez. No entanto, no mês de agosto, apartamentos de três quartos ganharam destaque, com uma alta de 3,28%, chegando a R$ 35 o metro quadrado. Esse aumento se justifica também com base na alta procura, argumenta Reis. A recomendação é buscar com antecipação e negociar com o proprietário, que, geralmente, opta por não ficar com o imóvel parado.