O embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese, definiu o país como de grandes oportunidades para a comunidade italiana, mas, de forma especial, para o setor empresarial. A manifestação foi feita em Caxias do Sul, durante a realização do Encontro Lide Itália – Lide Rio Grande do Sul, que também reuniu empresários de Santa Catarina. O diplomata registrou que, enquanto no Brasil a perspectiva de crescimento anual é de 2% a 3% no PIB, na Itália é de zero. “Acredito que, em breve, o Brasil irá superar a Itália em grandeza econômica”, estimou.
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Cortese ainda fez referência às principais oportunidades para o setor empresarial italiano, citando as áreas de infraestrutura, automotivo e energia. “A Itália tem grandes empresas consolidadas nestas áreas”, reforçou. Para o embaixador, o PAC 3 e o programa Nova Indústria, anunciados pelo governo brasileiro, são oportunidades relevantes para as empresas italianas.
Ele recordou que no Brasil já operam mais de mil filiais de marcas da Itália. “Os anos de 2024 e 2025 serão muito produtivos. Por isso, precisamos dialogar e aproximar políticos e empresários dos dois países”, defendeu. Citou que nos últimos três anos, grandes empresas italianas investiram mais de 30 bilhões de dólares no Brasil. O diplomata anunciou que, em razão das comemorações dos 150 anos da imigração italiana em 2025, o Brasil deve receber, já em 2024, a visita de 15 ministros, da primeira-ministra e, possivelmente, do presidente da Itália.
Para reforçar a manifestação do diplomata, Alessandro Gambini, adido financeiro da embaixada, apresentou um estudo sobre aspectos econômicos e as relações comerciais entre Brasil e Itália. Citou que a Itália tem 35% do seu PIB vinculado às exportações, que cresceram 6% no ano passado, e são decorrentes de vendas de 631 mil empresas. Já o Brasil tem apenas 18% do PIB ligado ao mercado externo.
No ano passado, as exportações italianas para o Brasil cresceram 5%, totalizando € 5,4 bilhões, vendendo especialmente máquinas para manufatura. O Brasil exportou 3,8 bilhões de euros, queda de 16%, basicamente com embarques de commodities, como soja, minérios e café. “Existe um espaço importante para ampliar os negócios e as parcerias”, citou.
O presidente do Lide Itália, Giacomo Guarnera, reforçou que o Brasil tem grandes oportunidades para ações sustentáveis. Comentou ainda ser mais fácil fazer negócios com quem tem a mesma emoção, destacando a importância do patrimônio da nacionalidade. “Este é o início de uma nova jornada. Esperamos, ainda neste ano, levar empresários brasileiros para a Itália visando encontros como este para reforçar as parcerias comerciais”, frisou.
Cortese ainda fez referência às principais oportunidades para o setor empresarial italiano, citando as áreas de infraestrutura, automotivo e energia. “A Itália tem grandes empresas consolidadas nestas áreas”, reforçou. Para o embaixador, o PAC 3 e o programa Nova Indústria, anunciados pelo governo brasileiro, são oportunidades relevantes para as empresas italianas.
Ele recordou que no Brasil já operam mais de mil filiais de marcas da Itália. “Os anos de 2024 e 2025 serão muito produtivos. Por isso, precisamos dialogar e aproximar políticos e empresários dos dois países”, defendeu. Citou que nos últimos três anos, grandes empresas italianas investiram mais de 30 bilhões de dólares no Brasil. O diplomata anunciou que, em razão das comemorações dos 150 anos da imigração italiana em 2025, o Brasil deve receber, já em 2024, a visita de 15 ministros, da primeira-ministra e, possivelmente, do presidente da Itália.
Para reforçar a manifestação do diplomata, Alessandro Gambini, adido financeiro da embaixada, apresentou um estudo sobre aspectos econômicos e as relações comerciais entre Brasil e Itália. Citou que a Itália tem 35% do seu PIB vinculado às exportações, que cresceram 6% no ano passado, e são decorrentes de vendas de 631 mil empresas. Já o Brasil tem apenas 18% do PIB ligado ao mercado externo.
No ano passado, as exportações italianas para o Brasil cresceram 5%, totalizando € 5,4 bilhões, vendendo especialmente máquinas para manufatura. O Brasil exportou 3,8 bilhões de euros, queda de 16%, basicamente com embarques de commodities, como soja, minérios e café. “Existe um espaço importante para ampliar os negócios e as parcerias”, citou.
O presidente do Lide Itália, Giacomo Guarnera, reforçou que o Brasil tem grandes oportunidades para ações sustentáveis. Comentou ainda ser mais fácil fazer negócios com quem tem a mesma emoção, destacando a importância do patrimônio da nacionalidade. “Este é o início de uma nova jornada. Esperamos, ainda neste ano, levar empresários brasileiros para a Itália visando encontros como este para reforçar as parcerias comerciais”, frisou.
O Encontro Business Itália-Brasil teve as presenças dos presidentes Delton Batista, do LIDE Santa Catarina, e Eduardo Fernandez, do Conselho do LIDE Rio Grande do Sul. O CEO da Atom Brasil, Giacomo Guarnera, e Giuseppe Mignoli, sales manager da Leonardo, apresentaram as suas empresas.
A passagem do embaixador por Caxias, em sua primeira viagem oficial ao Rio Grande do Sul, também contemplou reunião com representantes da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços. Disse acreditar que o orgulho que os caxienses sentem de sua ligação com a Itália vem da capacidade de trabalho dos que construíram a região e do que representa a história da imigração. “Cada vez que encontro um lugar como Caxias do Sul, com tantos ítalo-gaúchos, é muito emocionante ver o sucesso que alcançaram”, afirmou.
O embaixador também visitou a Universidade de Caxias do Sul, onde conheceu as instalações do UCS GRAPHENE, primeira e maior planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina instalada por uma universidade. O primeiro curso de línguas implantado na instituição foi de italiano. Nos últimos 30 anos, 84 alunos e 305 professores italianos estudaram na UCS, enquanto que 478 alunos e 117 professores da instituição concluíram seus estudos na Itália.
A passagem do embaixador por Caxias, em sua primeira viagem oficial ao Rio Grande do Sul, também contemplou reunião com representantes da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços. Disse acreditar que o orgulho que os caxienses sentem de sua ligação com a Itália vem da capacidade de trabalho dos que construíram a região e do que representa a história da imigração. “Cada vez que encontro um lugar como Caxias do Sul, com tantos ítalo-gaúchos, é muito emocionante ver o sucesso que alcançaram”, afirmou.
O embaixador também visitou a Universidade de Caxias do Sul, onde conheceu as instalações do UCS GRAPHENE, primeira e maior planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina instalada por uma universidade. O primeiro curso de línguas implantado na instituição foi de italiano. Nos últimos 30 anos, 84 alunos e 305 professores italianos estudaram na UCS, enquanto que 478 alunos e 117 professores da instituição concluíram seus estudos na Itália.