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Publicada em 21 de Novembro de 2024 às 19:03

Florbela Espanca é homenageada em sábado literário no Instituto Ling

Evento com Jane Tutikian, Maria Lúcia Dal Farra, Gabriela Silva e Luciana Éboli (foto) celebra 130 anos da escritora portuguesa

Evento com Jane Tutikian, Maria Lúcia Dal Farra, Gabriela Silva e Luciana Éboli (foto) celebra 130 anos da escritora portuguesa

MATEUS ÉBOLI/DIVULGAÇÃO/JC
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Em celebração aos 130 anos do nascimento de Florbela Espanca (1894-1930), o Instituto Ling realiza, no sábado (23), às 16h, um sábado literário dedicado a discutir a obra da escritora. Das 16h às 18h, quatro especialistas na produção da autora comandarão uma conversa sobre poesia, amor, vida e liberdade. Estarão no centro cultural as professoras e pesquisadoras Jane Tutikian e Gabriela Silva, além de Luciana Éboli, que estará caracterizada como a poeta, personificando a artista através de seus poemas. Também participará, de forma remota, a escritora Maria Lúcia Dal Farra, uma das maiores referências nos estudos sobre Florbela. O evento é gratuito, com inscrição prévia no site www.institutoling.org.br.Conhecida por seu estilo poético emotivo e profundo, Florbela Espanca foi uma das vozes mais marcantes da poesia portuguesa do século XX. Nascida no Alentejo, teve sua vida marcada por amores intensos, tragédias pessoais e uma busca constante por liberdade, o que refletiu em obras com uma sensibilidade única e uma inquietação existencial notável. A poeta ganhou destaque com o uso de uma linguagem rica e visceral, abordando temas como o amor, a saudade, a dor e o desejo por algo que transcendesse as limitações de seu tempo. Em obras como Livro de mágoas (1919) e Charneca em flor (1931, publicado postumamente), ela expressou uma visão desafiadora e corajosa do papel feminino na sociedade e da própria experiência humana, numa época em que a literatura escrita por mulheres era limitada. A intensidade de seus versos e a natureza trágica de sua vida, que terminou em suicídio aos 36 anos, fizeram dela um ícone literário cultuado e uma voz atemporal que ainda ressoa na poesia lusófona.
Em celebração aos 130 anos do nascimento de Florbela Espanca (1894-1930), o Instituto Ling realiza, no sábado (23), às 16h, um sábado literário dedicado a discutir a obra da escritora. Das 16h às 18h, quatro especialistas na produção da autora comandarão uma conversa sobre poesia, amor, vida e liberdade. Estarão no centro cultural as professoras e pesquisadoras Jane Tutikian e Gabriela Silva, além de Luciana Éboli, que estará caracterizada como a poeta, personificando a artista através de seus poemas. Também participará, de forma remota, a escritora Maria Lúcia Dal Farra, uma das maiores referências nos estudos sobre Florbela. O evento é gratuito, com inscrição prévia no site www.institutoling.org.br.

Conhecida por seu estilo poético emotivo e profundo, Florbela Espanca foi uma das vozes mais marcantes da poesia portuguesa do século XX. Nascida no Alentejo, teve sua vida marcada por amores intensos, tragédias pessoais e uma busca constante por liberdade, o que refletiu em obras com uma sensibilidade única e uma inquietação existencial notável. A poeta ganhou destaque com o uso de uma linguagem rica e visceral, abordando temas como o amor, a saudade, a dor e o desejo por algo que transcendesse as limitações de seu tempo. Em obras como Livro de mágoas (1919) e Charneca em flor (1931, publicado postumamente), ela expressou uma visão desafiadora e corajosa do papel feminino na sociedade e da própria experiência humana, numa época em que a literatura escrita por mulheres era limitada. A intensidade de seus versos e a natureza trágica de sua vida, que terminou em suicídio aos 36 anos, fizeram dela um ícone literário cultuado e uma voz atemporal que ainda ressoa na poesia lusófona.

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