“É fundamental que o País consiga alcançar um ambiente econômico e institucional sólido, com regras previsíveis e com instrumentos de financiamento que reflitam as reais necessidades do mercado, amparadas em projetos de qualidade com maturação no médio e longo prazo.” Ramon Cunha, especialista em infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
“Aumentar a capacidade de resposta a emergências e direcionar melhor nossos esforços pode salvar muitas vidas este ano. Mas, daqui a 20 anos, quando as temperaturas extremas de hoje se tornarem a nova normalidade, não queremos estar em constante estado de emergência.” Tamma Carleton, chefe de pesquisa do Laboratório de Impacto Climático e professora assistente da Universidade da Califórnia.
“As Américas enfrentam hoje desafios sanitários que pareciam superados e outros emergentes. O ressurgimento de doenças imunopreveníveis, como o sarampo, os impactos das mudanças climáticas na saúde, o avanço das doenças crônicas, as desigualdades no acesso à saúde e os riscos de novas emergências sanitárias exigem respostas coordenadas e instituições multilaterais fortes.” Alexandre Padilha, ministro da Saúde.
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