O Rio Grande do Sul viveu o 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, mais triste da história. Alguns números atestam por que a enchente se transformou no maior desastre climático já visto no RS: estragos em 476 dos 497 municípios, mais de 170 mortes e 2,5 milhões de pessoas diretamente prejudicadas. No auge das cheias, cerca de 800 abrigos acolheram milhares de pessoas. A inundação no Estado, no entanto, também pode ser um marco de virada (
caderno Meio Ambiente, Jornal do Comércio, 05/06/2024). Parabéns ao Jornal do Comércio pelo belo caderno, consistente e pleno de informações. (Dani Goulart)
Em audiência na Câmara do Deputados, o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) defendeu que o órgão tenha poderes para atuar como regulador e fiscalizador das plataformas digitais (
Site do JC, 19/05/2024). Se a Anatel não regula nem as empresas de telefonia, vai querer regular as chamadas Big techs? (Alexandre Cunha Krause)
Quem fiscaliza os motores dos ares-condicionados pendurados nos edifícios? Logo teremos desastres com esses aparelhos despencando por negligência, imprudência e, principalmente, pela falta de fiscalização. Os suportes, por mais fortes que sejam, acabam corroídos pela ação do tempo. Nas quedas inevitáveis, poderão ferir e até matar pessoas. As instalações deve ser revistas pelas autoridades. (Luiz Ernani Mottola)
A partir de novembro, o esgoto tratado de Xangri-Lá será levado por uma tubulação até Osório, sendo despejado no rio Tramandaí, que deságua no mar, nos limites dos municípios de Imbé e de Tramandaí (
Site do JC, 25/04/2024). Esta tragédia pode ser evitada. A população de Imbé tem a obrigação de reivindicar seu direito a ter o rio limpo e vivo. (Tiago Dominguez)
Sou contra esse projeto. Devemos pressionar a prefeitura e os vereadores a proibirem que esses efluentes sejam lançados no rio. Eles não devem esquecer que neste ano teremos eleições. (Nilvio Campos)
Donos de negócios de todos os tamanhos atingidos pelas cheias no 4° Distrito, na Zona Norte de Porto Alegre, têm cobrado maior atenção dos governos quanto aos problemas enfrentados por comerciantes da região (
JC, 28/05/2024). As reivindicações dos empresários do 4°distrito devem ser levadas em mãos aos entes estadual, federal e municipal. A maior parte dos recursos para a retomada econômica depende do governo federal. (Antônio Carlos)