“A evolução dos custos dos insumos, combinada às condições de crédito e ao comportamento da atividade econômica, reforça a importância do planejamento das empresas de transporte e do acompanhamento do cenário econômico detalhado para a tomada de decisões.” Fernanda Rezende, diretora-executiva da Confederação Nacional do Transporte (CNT).
“Uma dívida maior não significa, necessariamente, um ativo mais valioso. É preciso identificar quanto poderá ser recuperado, quais garantias sustentam a operação e quanto tempo será necessário para receber. O desconto precisa compensar o risco, mas também refletir a capacidade econômica do devedor. É essa análise que diferencia uma oportunidade de um crédito com baixa perspectiva de recuperação.” Matheus Matos, especialista em soluções financeiras.
“Os números capturaram sinais de piora adicional na qualidade da carteira das famílias, o que reforça a preocupação com a dinâmica da inadimplência. Portanto, os sinais de desaceleração econômica vão se acumulando, em função da política monetária restritiva, e, ao que parece, podem estar chegando com mais força no mercado de crédito.” Rubens Sardenberg, diretor de Economia, Regulação Prudencial e Riscos da Febraban.
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