“O debate econômico após a eleição precisa considerar quanto do gasto público realmente se transforma em produção e renda. Se o governo ampliar gastos em 1% do PIB, aproximadamente R$ 145 bilhões, um exercício de sensibilidade indica que entre 25% e 50% do impulso inicial ao crescimento poderia ser compensado pela reação dos juros e do dólar.” Leticia Moschioni, empresária.
“O Brasil reúne condições privilegiadas para transformar sua matriz renovável em vantagem competitiva, inclusive na atração de data centers, indústrias eletrointensivas, fábricas de hidrogênio verde e eletromobilidade. O governo federal precisa apoiar o consumo interno do que hoje se desperdiça e levar energia limpa a quem ainda não tem.” Rodrigo Sauaia, CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).
“O País enfrenta desafios que exigem equilíbrio, responsabilidade fiscal, segurança jurídica e uma visão estratégica de longo prazo. Nesse contexto, é fundamental reconhecer o papel do empresariado brasileiro, que, mesmo diante das adversidades econômicas, segue investindo, empreendendo, gerando empregos e renda e contribuindo decisivamente para o fortalecimento da economia nacional.” José Roberto Tadros, presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac.
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