“A infraestrutura brasileira passa a operar em um ambiente no qual o risco de projeto já não pode ser avaliado apenas pela ótica doméstica. A nova equação inclui fatores externos de maior volatilidade, como preço do petróleo, estabilidade das rotas logísticas, política comercial dos Estados Unidos, reorganização das cadeias produtivas e maior competição por capital em um cenário global mais incerto.” Gustavo Gusmão, sócio da EY-Parthenon para Governo e Infraestrutura.
“Precisamos entender essas particularidades, identificar onde as rochas brasileiras têm maior potencial e definir prioridades. É esse conhecimento que nos permite transformar inteligência de mercado em ações concretas, capazes de gerar demanda e novas oportunidades de negócios para as empresas brasileiras.” Fabio Cruz, vice-presidente da Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas).
“O Rio Grande do Sul possui empresas altamente competitivas, com experiência exportadora, qualidade e capacidade de atender mercados internacionais. O desafio está em ampliar essa presença, diversificar mercados e identificar novas oportunidades que permitam às empresas gaúchas avançar em cadeias globais de maior valor.” Roger Klafke, especialista em Competitividade Setorial: Comércio, Serviços e Indústria do Sebrae RS.
Continue sua leitura, escolha seu plano agora!