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Controle da pandemia

- Publicada em 09h58min, 17/05/2021. Atualizada em 13h31min, 17/05/2021.

Gabinete de Crise deve emitir primeiros alertas; 8 regiões têm mais de 100% de lotação em UTIs

Pelo menos oito regiões Covid da pandemia apontam para lotação de UTIs, entre SUS e privadas

Pelo menos oito regiões Covid da pandemia apontam para lotação de UTIs, entre SUS e privadas


Thales Ferreira/Arquivo PMSL/JC
Os primeiros alertas do novo modelo de gerenciamento da pandemia no Rio Grande do Sul devem ser emitidos nesta segunda-feira (17). O Gabinete de Crise se reúne pela manhã para arrematar as indicações da situação que já é identificada nos hospitais. O sistema de bandeira do distanciamento controlado foi trocado pelos 3As - alerta, aviso e ação.
Os primeiros alertas do novo modelo de gerenciamento da pandemia no Rio Grande do Sul devem ser emitidos nesta segunda-feira (17). O Gabinete de Crise se reúne pela manhã para arrematar as indicações da situação que já é identificada nos hospitais. O sistema de bandeira do distanciamento controlado foi trocado pelos 3As - alerta, aviso e ação.
O Palácio Piratini informou que o Gabinete de Crise analisa os dados para fazer o comunicado. 
Boletins diários da situação epidemiológica do RS e das regiões serão divulgados e, se necessário, acionados avisos (se detectadas tendências diferentes da situação atual da pandemia na região) e alertas (se detectada tendência de agravamento da situação das regiões), que terão de apresentar planos de ação para enfrentamento e controle da disseminação da Covid-19. Também foram definidos os protocolos a serem seguidos.
Oito das 21 regiões Covid têm unidades com ocupação de leitos acima de 100%, tanto privados como SUS. A lotação envolve todos os tipos de casos, mas a demanda maior é de caso de complicações em pessoas infectadas pelo novo coronavírus. 
A condição mais crítica é a de Cachoeira do Sul, que chega a ter 350% de lotação em leitos privados de terapia intensiva e 112% nas vagas de SUS e 130% no uso de respiradores nas unidades, segundo o painel de monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde (SES).
Outras regiões com lotação de leitos de UTIs superior a 100% são Uruguaiana (114% SUS e 100% privados), Santa Cruz do Sul (220% no privados), Santo Ângelo (107% no SUS), Pelotas (104% privados), Lajeado (112% privados), Passo Fundo (135% privados) e Palmeira das Missões (112% SUS). 
No quadro geral de ocupação, o índice é de 77%, abrangendo todos tipos de doenças. Em relação a casos confirmados de Covid em UTIs, houve recuo na demanda até a primeira semana de maio, mas depois o número deixou de cair e estacionou próxima a 1,6 mil pacientes.
Nesta segunda-feira, são 1.591 doentes, número que era verificado em fim de fevereiro, quando começou a escalada de casos com forte pressão para UTIs e quando o Rio Grande do Sul já estava sob as restrições da bandeira preta, ainda no modelo antigo de combate à pandemia. 
Outro dado que gera alerta desde a semana passada é o de ocupação de leitos clínicos com casos do novo coronavírus. O número é de 2,2 mil pacientes com Covid. Em 8 de maio, a ocupação chegou a cair abaixo de 2 mil casos nas unidades, mas depois voltou a subir. Este nível é semelhante ao de 23 de fevereiro, que marcou um momento de aceleração da demanda em hospitais. 
Os gráficos tanto de leitos clínicos como das UTIs do Estado desenham onda de altas e quedas, mas sempre em nível mais elevcado comparado a fases anteriores da pandemia. Em relação a agosto e setembro e dezembro de 2020, períodos com maior ocupação anterior, todos os números de desaceleração das internações estão muito acima dos maiores níveis. 
Em agosto e setembro, havia pouco mais de 700 internações por Covid em UTIs e de 850 a 950 casos em leitos clínicos.
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