Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017. Atualizado às 13h53.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Segurança Pública

10/02/2017 - 14h02min. Alterada em 10/02 às 14h55min

Estado assina Plano de Segurança com a União

Ministro em exercício da Justiça, José Levi, oficializa Plano que deve ser implantado na próxima semana

Ministro em exercício da Justiça, José Levi, oficializa Plano que deve ser implantado na próxima semana


CLAITON DORNELLES/JC
Agência Brasil
O governo do Rio Grande do Sul assinou nesta sexta-feira (10), o Pacto Federativo pela Segurança Pública, uma parceria entre os governos federal e estaduais para o combate à criminalidade e a promoção da segurança pública. 
A assinatura ocorreu no Palácio Piratini, em Porto Alegre, com a presença do ministro em exercício da Justiça e Segurança Pública, José Levi. O Rio Grande do Sul é a 12° unidade da Federação a aderir ao pacto, depois de Sergipe, do Rio Grande do Norte e nove estados das regiões Norte e Centro-Oeste.
As cidades de Porto Alegre, Aracaju e Natal foram escolhidas para o início da implantação do Plano Nacional de Segurança Pública, a partir da semana que vem, por meio de uma série de ações integradas.
O foco da iniciativa está na redução de homicídios dolosos, feminicídios e outros casos de violência contra a mulher; racionalização e modernização do sistema penitenciário; e combate integrado à criminalidade organizada transnacional (especialmente tráfico de drogas e armas) e ao crime organizado dentro e fora dos presídios.
Para o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, os estados e municípios têm seus papel, mas é importante que a União tenha propiciado essa ação. "Não basta fazer coisa boas, é preciso fazê-las bem feito. Acredito que isso é um processo e uma construção que pertencem a todos os homens de bem e às pessoas que desejam a mudança do rumo da nossa historia e da violência que existe em todo o país. Temos que cumprir esse papel de construir novas soluções e novas realidades", disse.

Governo federal pretende reduzir em 7,5% o número anual de homicídios dolosos nas capitais

O Plano Nacional de Segurança Pública foi lançado em janeiro, em meio à crise no sistema prisional em diferentes estados nos primeiros dias do ano, que já resultou na morte de mais de 100 detentos. Com a iniciativa, o governo federal pretende reduzir em 7,5% o número anual de homicídios dolosos nas capitais do país em 2017. A partir de 2018, a meta será ampliada para cerca de 200 cidades no entorno das capitais.
Segundo o Ministério da Justiça, entre as principais ações do plano está a montagem do Núcleo de Inteligência, que envolverá as áreas de inteligência das polícias Federal, Rodoviária Federal, Militar e Civil e do estado e as áreas de inteligência penitenciária federal e estadual. Um mapa, atualizado em tempo real, marcará as áreas de incidência de crimes e outras informações, possibilitando a realização de operações específicas no combate à criminalidade.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia