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Publicada em 26 de Outubro de 2026 às 00:25

PL terá a maior bancada da Câmara dos Deputados, seguido por federações PT-PCdoB-PV e União-PP

Em 4 de outubro, brasileiros elegeram os 513 deputados que integrarão legislatura 2027-2030

Em 4 de outubro, brasileiros elegeram os 513 deputados que integrarão legislatura 2027-2030

CLEIA VIANA/CÂMARA DOS DEPUTADOS/JC
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Bolívar Cavalar
Bolívar Cavalar Repórter
Os eleitores brasileiros elegeram, em 4 de outubro, os 513 deputados federais que estarão no Congresso Nacional na próxima legislatura (2027-2030). A bancada do PL será a maior da Câmara dos Deputados, com 121 cadeiras e ganho de 24 assentos na comparação com as eleições passadas. Na segunda posição está a federações PT-PCdoB-PV, com 88 parlamentares, seguida pela federação União-PP, com 87..

Além do PL, ganharam cadeiras na Câmara dos Deputados o Podemos e o Novo, sendo com ambos elegendo 7 parlamentares a mais que em 2022, e a federação PT-PCdoB-PV, que ganhou 6 cadeiras. PSD e Republicanos ganharam uma cadeira a mais cada.

Já as legendas que mais perderam representatividade foram a federação União-PP - 18 cadeiras a menos -, o PDT - perdeu 10 assentos - e a federação PSDB-Cidadania - decréscimo de 7 cadeiras. As demais siglas tiveram reduções inferiores às dessas siglas ou mantiveram o número de deputados eleitos em 2022.

Das 20 siglas que elegeram deputados federais, sete - três partidos únicos e duas federações partidárias - não atingiram a cláusula de barreira, o que impede as legendas de acessarem recursos do Fundo Partidário e terem direito à propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. Não superaram os requisitos mínimos as federações PSOL-Rede e PRD-Solidariedade e os partidos PDT, Avante e Missão.

Para alcançar a cláusula de barreira, a sigla precisa eleger pelo menos 13 deputados federais distribuídos em 9 unidades da Federação, ou obter ao menos 2,5% dos votos válidos para deputado federal em todo o território nacional, com 1,5% dos votos válidos em, no mínimo, nove unidades da Federação.


No Rio Grande do Sul, composição espelhou o resultado nacional

Os eleitores do Rio Grande do Sul elegeram, no primeiro turno, os 31 deputados federais que vão compor a próxima bancada gaúcha na Câmara dos Deputados a partir de 2027.
Houve renovação de 39% das cadeiras, e os partidos com mais parlamentares eleitos foram o PL, com 8, a federação PT-PCdoB-PV, com 6, e a federação União-PP, com 5.
A distribuição das 31 vagas do Rio Grande do Sul espelha o resultado geral das 513 cadeiras da casa legislativa, com liderança do PL, seguido pelas federações PT-PCdoB-PV e União-PP.
Entre os partidos que elegeram deputados federais em 2022 e perderam representatividade na bancada gaúcha no pleito deste ano, estão a federação PSDB-Cidadania e o PSB.
Com isso, 11 partidos passaram a representar os gaúchos na Câmara, número inferior ao de 2022, quando eram 14 siglas.
Os três deputados federais mais votados no Rio Grande do Sul foram Maurício Marcon (PL), com 379.834 votos, Fernanda Melchionna (PSOL), com 280.262 votos, e Giovani Cherini (PL), com 234.171 votos. Os três já eram detentores de mandatos na casa.
Entre os novatos na casa, destaque para o vereador da Capital Jessé Sangali (PL), com 94.625 votos. As urnas também elegeram um veterano da política, o ex-senador Sérgio Zambiasi (Podemos), que voltou a disputar cargo eletivo neste pleito e obteve, 44.929 votos.

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