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Publicada em 15 de Outubro de 2026 às 13:47

Ministério da Prosperidade proposto por Flávio Bolsonaro tem apelo evangélico e coaching

O que o presidenciável sugere, a princípio, é reunir sob uma mesma pasta políticas de assistência social, qualificação profissional e microcrédito

O que o presidenciável sugere, a princípio, é reunir sob uma mesma pasta políticas de assistência social, qualificação profissional e microcrédito

Douglas Shineidr/AFP/Divulgação/JC
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Agências
No dia 9 de outubro, passados cinco dias do primeiro turno, Flávio Bolsonaro (PL) sacou uma proposta que não consta no plano de governo que registrou no Tribunal Superior Eleitoral. "Para esse governo [de Lula], Bolsa Família é o máximo. Para mim, é só o começo. Eu vou criar o Ministério da Prosperidade."
O que o presidenciável sugere, a princípio, é reunir sob uma mesma pasta políticas de assistência social, qualificação profissional e microcrédito. A forma como escolheu batizar esse superministério, prometido caso vença Lula (PT) no segundo turno, também aciona uma gramática religiosa que aproxima fé e empreendedorismo. Se você pensou na Teologia da Prosperidade, você pensou certo.

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