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Publicada em 20 de Março de 2026 às 17:31

Empresas de Vorcaro, na mira da CPI, pedem a Gilmar Mendes que anule quebras de sigilo

Antes de livrar o fundo Arleen de uma devassa, nesta quinta-feira (19) o ministro Gilmar Mendes já havia, em 27 de fevereiro, acolhido um pedido da Maridt Participações

Antes de livrar o fundo Arleen de uma devassa, nesta quinta-feira (19) o ministro Gilmar Mendes já havia, em 27 de fevereiro, acolhido um pedido da Maridt Participações

MAURO PIMENTEL/AFP/JC
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Agências
A decisão do ministro Gilmar Mendes de anular a quebra de sigilo do fundo Arleen, usado pelo cunhado de Daniel Vorcaro para comprar a participação da empresa do ministro Dias Toffoli no resort Tayayá, abriu caminho para que outras empresas ligadas ao banqueiro busquem o mesmo benefício. Duas dessas companhias tiveram os sigilos fiscal e telemático quebrados pela CPI do Crime Organizado e agora recorrem ao ministro para tentar estender a decisão e também anular as medidas.

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