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Publicada em 15 de Janeiro de 2025 às 18:23

Vice-líder do governo Lula na Câmara rebate críticas de Leite

Deputado federal gaúcho Elvino Bohn Gass (PT)

Deputado federal gaúcho Elvino Bohn Gass (PT)

Bruno Spada/Câmara dos Deputados/Divulgação/JC
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Ana Carolina Stobbe
Ana Carolina Stobbe Repórter
O deputado federal Elvino Bohn Gass (PT-RS), que atualmente ocupa a vice-liderança do governo Lula na Câmara dos Deputados, rebateu as críticas do governador Eduardo Leite (PSDB) aos vetos presidenciais no Propag. Além disso, afirmou que o projeto não deverá reverter a suspensão da dívida gaúcha com a União, prevista na Lei Complementar 206. Na avaliação de Bohn Gass, o programa traz uma melhoria real nas condições de pagamento da dívida gaúcha.
O deputado federal Elvino Bohn Gass (PT-RS), que atualmente ocupa a vice-liderança do governo Lula na Câmara dos Deputados, rebateu as críticas do governador Eduardo Leite (PSDB) aos vetos presidenciais no Propag. Além disso, afirmou que o projeto não deverá reverter a suspensão da dívida gaúcha com a União, prevista na Lei Complementar 206. Na avaliação de Bohn Gass, o programa traz uma melhoria real nas condições de pagamento da dívida gaúcha.
"Vai ser concreta, efetiva, nunca houve tão boa. Sempre foi anunciada a renegociação da dívida dos estados e não diminuía o juro que estava sendo pago efetivamente. O governo Lula estava trabalhando com os estados para realmente resolver, amenizar e dar um impacto positivo na situação da dívida com os estados", pontuou. Ele também revidou as críticas exercidas por Leite. Para o deputado, o governador não apresentou o plano de investimentos dos valores mantidos nos cofres gaúchos com a suspensão da dívida e que deveriam ser utilizados para a reconstrução do Estado após as cheias que afetaram grande parte do seu território no mês de maio.
"O dever de casa precisa ser feito. A tarefa do Leite é investir no Rio Grande do Sul o que ele deixa de pagar para a União. Esse plano ele está devendo. Em vez de reclamar do governo federal, ele deveria aplicar o recurso para ajudar o Estado, assim como o governo federal está fazendo para recuperar a economia do Rio Grande do Sul", explicou. Bohn Gass também criticou a previsão de perda de R$ 4 a 7 bilhões aos cofres públicos estimada pela Secretaria da Fazenda em virtude do fundo de equalização federativa.
Assim, considerou que o cálculo foi feito para "gerar impacto" e representa "uma tática para tentar não valorizar o ganho de ganho que o Rio Grande do Sul está tendo". Também reafirmou a relevância de beneficiar os estados "bons pagadores" da dívida. 
 

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