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Publicada em 07 de Janeiro de 2025 às 19:23

No ápice da tragédia, Sefaz previu perda arrecadatória de R$ 10 bi

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Bolívar Cavalar
Bolívar Cavalar Repórter
Em meados de junho de 2024, quando o governo do Rio Grande do Sul ainda avaliava as perdas causadas pelas enchentes que alagaram boa parte do Estado, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) estimou perda de R$ 10 bilhões na arrecadação de ICMS. A previsão negativa para as contas públicas gaúchas não se confirmou, tendo em vista que o recolhimento foi inclusive superior à prévia do PLOA 2024.
Em meados de junho de 2024, quando o governo do Rio Grande do Sul ainda avaliava as perdas causadas pelas enchentes que alagaram boa parte do Estado, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) estimou perda de R$ 10 bilhões na arrecadação de ICMS. A previsão negativa para as contas públicas gaúchas não se confirmou, tendo em vista que o recolhimento foi inclusive superior à prévia do PLOA 2024.
As maiores baixas arrecadatórias ocorreram em maio e junho do ano passado, em razão das postergações tributárias registradas no período e diretamente relacionadas com as cheias. A compensação, entretanto, foi registrada nos dois meses seguintes, que inclusive bateram recordes na série histórica, com R$ 4,52 bilhões recolhidos em julho e R$ 4,97 bilhões em agosto. As explicações para as altas no sétimo e oitavo meses do ano são duas: o pagamento dos tributos atrasados e os empenhos para a reconstrução do Estado.

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