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Publicada em 17 de Dezembro de 2024 às 16:50

PL terá a presidência da Câmara Municipal de Porto Alegre em 2025

Comandante Nádia (PL) é o principal nome cotado para assumir o cargo

Comandante Nádia (PL) é o principal nome cotado para assumir o cargo

Julia Urias/CMPA/Divulgação/JC
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Ana Carolina Stobbe
Ana Carolina Stobbe Repórter
O acordo sobre o rodízio de partidos entre a base governista no comando da Câmara Municipal de Porto Alegre está passando por seus ajustes finais. No dia 1º de janeiro, os vereadores eleitos para a próxima legislatura serão empossados e já realizarão a votação para a presidência da Casa em 2025. Nesse cenário, tudo indica que a sigla que irá reger o Parlamento será o PL. 
O acordo sobre o rodízio de partidos entre a base governista no comando da Câmara Municipal de Porto Alegre está passando por seus ajustes finais. No dia 1º de janeiro, os vereadores eleitos para a próxima legislatura serão empossados e já realizarão a votação para a presidência da Casa em 2025. Nesse cenário, tudo indica que a sigla que irá reger o Parlamento será o PL
Quem confirma é a principal cotada, vereadora Comandante Nádia (PL). Embora esteja enfrentando um processo que pede a cassação do seu diploma na próxima legislatura por suposto abuso de poder político, a principal probabilidade é de que ela será o nome indicado pelo partido. "Ainda está sendo acordado, mas com certeza a presidência será do PL em 2025. É necessário ter a maioria simples para eleger um nome, e nós já temos" garantiu a parlamentar. 
Ela tem articulado nos bastidores acordos com os partidos de oposição e os independentes para garantir uma unanimidade em torno do seu nome. Assim, além do mínimo de vagas na mesa diretora a serem ocupados por cada partido, o que legalmente responde a uma proporcionalidade das cadeiras do Legislativo, ela tem oferecido cargos extras em comissões e no próprio comando da Casa. A intenção é de que, com isso, eles concordem em desistir de apresentar um candidato próprio para concorrer à presidência. 
O restante do rodízio ainda está sendo articulado. Os partidos da base governista com o maior número de cadeiras no Parlamento deverão se dividir para decidir quem dirigirá a Câmara em cada um dos outros três anos da legislatura. Despontam os nomes de José Freitas (Republicanos), Tanise Sabino (MDB), Moisés Barboza (PSDB) e o atual presidente, Mauro Pinheiro (PP). Cada uma das siglas cogitadas conseguiu eleger três vereadores. 
Dos quatro postulantes ao cargo, apenas três conseguirão êxito. Entre eles, quem deve ser desfavorecido é Pinheiro. Afinal, além do seu partido ter tido uma votação menos expressiva que os demais — embora o número de cadeiras obtidas se equipare — ele já ocupou a presidência em duas oportunidades. A primeira, em 2015, quando ainda era filiado ao PT. Posteriormente, reassumiu o cargo em 2024, pelo PL, tendo migrado para o PP ao longo da janela partidária.

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