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Publicada em 15 de Agosto de 2024 às 11:53

MJDH e OAB-RS lançam 41º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo

Para Jair Krischke, do MJDH, jornalistas precisam trabalhar na criação de uma consciência ética sobre direitos humanos

Para Jair Krischke, do MJDH, jornalistas precisam trabalhar na criação de uma consciência ética sobre direitos humanos

Lívia Araújo/Especial/JC
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Lívia Araújo
Lívia Araújo Repórter
Com o tema Democracia, o Movimento Justiça e Direitos Humanos (MJDH) lançou, na manhã desta quinta-feira (15) em Porto Alegre, o 41º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, que reconhecerá trabalhos publicados em 10 diferentes categorias. As inscrições estarão abertas entre 1 e 25 de outubro e a premiação ocorrerá em 10 de dezembro.
Com o tema Democracia, o Movimento Justiça e Direitos Humanos (MJDH) lançou, na manhã desta quinta-feira (15) em Porto Alegre, o 41º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, que reconhecerá trabalhos publicados em 10 diferentes categorias. As inscrições estarão abertas entre 1 e 25 de outubro e a premiação ocorrerá em 10 de dezembro.
O lançamento foi encabeçado pelo presidente do MJDH, Jair Krischke, que, a partir do início da ditadura militar brasileira em 1964, liderou o movimento que contribuiu para preservar a vida de milhares de perseguidos políticos em todo o continente, viabilizando asilo político e exílio em colaboração com a Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo o ativista, “a democracia está periclitando no Brasil e no mundo”. “Queremos que nossos jornalistas trabalhem na criação de uma consciência ética sobre os direitos humanos, por isso esse tema”, pontuou. Segundo Krischke, “o registro cotidiano produzido pelos jornalistas é que é a nossa história”.
O ativista também pontuou que, dentro da categoria "crônica", o prêmio aceita inscrições de trabalhos inéditos de jornalistas, que visam a garantir a veiculação de reportagens sobre o tema que não encontram divulgação nos meios de comunicação. A premiação, que completa 40 anos em 2024, será também marcada pelo lançamento de um livro contando sua história e a atuação do MJDH.
O evento contou com um debate sobre jornalismo e democracia, com a participação de Dione Kuhn, editora-chefe do jornal Zero Hora, e Elmar Bones, diretor do Jornal Já. “O direito à informação está na Constituição brasileira, e o jornalista é responsável por viabilizar esse direito”, pontuou Bones durante a conversa.
O Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo é promoção do MJDH e da seção gaúcha da Ordem dos Advogados do Brasil – RS, com apoio da Regional Latino Americana da União Internacional dos Trabalhadores da Alimentação (Rel Uita), a Associação dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio Grande do Sul (Arfoc-RS) e a Caixa de Assistência dos Advogados - RS (Caars).

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