Ranolfo Vieira Júnior, 58 anos, nasceu em Esteio. Servidor público há mais de 30 anos, foi delegado de Polícia e dirigiu o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) por seis anos. Entre 2011 e 2014, foi chefe de Polícia na gestão do então governador Tarso Genro (PT), período em que criou o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. Em 2014, concorreu à Assembleia, ficando como suplente. Coordenou a bancada do extinto PTB (hoje PRD) no Parlamento. Foi secretário de Segurança Pública e Cidadania de Canoas em 2017, na gestão de Luiz Carlos Busato (PTB). É formado em Direito, tem especialização em Gestão de Segurança na Sociedade Democrática e foi professor da Ulbra em Canoas e da Academia da Polícia Civil. Eleito vice em 2018 na chapa com Eduardo Leite (PSDB), acumulou o cargo de secretário de Segurança Pública de 2019 a 2022. Filiou-se ao PSDB em 2021. Em 31 de março de 2022, após a renúncia de Leite, assumiu o cargo de governador do Rio Grande do Sul, função que exerceu por nove meses. Em junho de 2023, tornou-se diretor de Operações e vice-presidente do BRDE e, em julho deste ano, assumiu a presidência do banco.
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Ranolfo Vieira Júnior, 58 anos, nasceu em Esteio. Servidor público há mais de 30 anos, foi delegado de Polícia e dirigiu o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) por seis anos. Entre 2011 e 2014, foi chefe de Polícia na gestão do então governador Tarso Genro (PT), período em que criou o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. Em 2014, concorreu à Assembleia, ficando como suplente. Coordenou a bancada do extinto PTB (hoje PRD) no Parlamento. Foi secretário de Segurança Pública e Cidadania de Canoas em 2017, na gestão de Luiz Carlos Busato (PTB). É formado em Direito, tem especialização em Gestão de Segurança na Sociedade Democrática e foi professor da Ulbra em Canoas e da Academia da Polícia Civil. Eleito vice em 2018 na chapa com Eduardo Leite (PSDB), acumulou o cargo de secretário de Segurança Pública de 2019 a 2022. Filiou-se ao PSDB em 2021. Em 31 de março de 2022, após a renúncia de Leite, assumiu o cargo de governador do Rio Grande do Sul, função que exerceu por nove meses. Em junho de 2023, tornou-se diretor de Operações e vice-presidente do BRDE e, em julho deste ano, assumiu a presidência do banco.