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Publicada em 29 de Julho de 2024 às 20:30

Empresariado e sindicatos de trabalhadores se mobilizam

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Bolívar Cavalar
Manifestações contrárias à proposta do governo do Estado de reestruturação de carreiras do funcionalismo estão marcadas para esta terça-feira tanto pelas entidades da classe empresarial quanto pelos sindicatos de trabalhadores. O Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Cpers) organiza mobilização de funcionários de escolas para acompanhar a votação do projeto. Em nota, o Cpers afirmou: "Trata-se de uma proposta que não abrange todos os servidores de escola; 24,2% dos servidores de escola efetivos estão fora do PL 243. Como se vê, o projeto não contempla toda a categoria, atingindo somente uma parcela de servidores do Plano de Carreira atual, causando uma divisão da categoria e levando ao esquecimento - e até mesmo à extinção - os demais cargos vinculados à educação".
Manifestações contrárias à proposta do governo do Estado de reestruturação de carreiras do funcionalismo estão marcadas para esta terça-feira tanto pelas entidades da classe empresarial quanto pelos sindicatos de trabalhadores. O Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (Cpers) organiza mobilização de funcionários de escolas para acompanhar a votação do projeto. Em nota, o Cpers afirmou: "Trata-se de uma proposta que não abrange todos os servidores de escola; 24,2% dos servidores de escola efetivos estão fora do PL 243. Como se vê, o projeto não contempla toda a categoria, atingindo somente uma parcela de servidores do Plano de Carreira atual, causando uma divisão da categoria e levando ao esquecimento - e até mesmo à extinção - os demais cargos vinculados à educação".
Já o Sindicato dos Servidores de Nível Superior do RS (Sintergs) tem assembleia geral da categoria marcada para 14h30min desta terça-feira (30), no hotel Plaza São Rafael. O presidente do Sintergs, Nelcir André Varnier, já havia afirmado que o reenquadramento proposto pelo governo desconsiderou o tempo de serviço público, suprimiu promoções, rebaixou profissionais, desconsiderou vínculos e prerrogativas profissionais, diferenciou servidores de mesmo nível profissional, atentou contra a isonomia e desconsiderou os direitos dos servidores aposentados.
Na esfera empresarial, a Federasul também está convocando manifestação contrária à aprovação da matéria. Diferentemente dos sindicatos, que consideram a proposta de reestruturação insuficiente e que não contempla todos os servidores, a Federasul afirmou ter preocupação com o impacto da matéria nas contas públicas do Estado.
De acordo com o presidente da Federasul, Rodrigo Sousa Costa, o texto chega ao Parlamento em momento "inoportuno", em razão da previsão de perda na arrecadação estadual a partir das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul entre abril e maio deste ano. "Como um governador que tentou aumentar impostos até abril, alegando que teria um rombo nas contas públicas de R$ 7 bilhões a partir de 2027, pode propor um aumento de salários em meio à maior tragédia do Rio Grande do Sul?", questionou o dirigente.
 

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