Representantes sindicalistas de categorias do funcionalismo público criticaram os projetos de reforma administrativa apresentados pelo governador Eduardo Leite (PSDB).
Para o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos do RS (Fessergs), Sergio Arnaud, a proposta do Executivo é insuficiente por não indicar aumentos a diversos setores do Estado. "É um projeto excludente, que divide a categoria e deixa mais de dois terços fora do processo. Ora, são servidores de escolaridade menor, mas que carregaram este estado e ainda o carregam nas costas e não podem ser excluídos deste processo”, disse, em vídeo, Arnaud.
Para o presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos do RS (Fessergs), Sergio Arnaud, a proposta do Executivo é insuficiente por não indicar aumentos a diversos setores do Estado. "É um projeto excludente, que divide a categoria e deixa mais de dois terços fora do processo. Ora, são servidores de escolaridade menor, mas que carregaram este estado e ainda o carregam nas costas e não podem ser excluídos deste processo”, disse, em vídeo, Arnaud.
Já o presidente do Sindicato dos Servidores de Nível Superior do RS (Sintergs), Nelcir André Varnier, informou que enviará nesta terça-feira (23) ao governo do Estado propostas de melhorias aos projetos. "Nós não iríamos nos opor ao projeto de reestruturação (de carreiras), pois é uma pauta que a gente está pedindo há muitos anos. Mas a gente viu que as nossas principais pautas não estavam sendo contempladas", afirmou Variner, que também informou que o Sintergs convocou assembleia-geral para a próxima semana para debater o pacote.
O Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol-RS) esteve reunido na sexta-feira (19) com o secretário da Casa Civil, Arthur Lemos (PSDB), para tratar do pacote. Na ocasião, o Sinpol-RS questionou o representante do Executivo gaúcho quanto ao índice de reajuste oferecido aos servidores da Polícia Civil - 12,49%, parcelados em três vezes -, considerado baixo pelo sindicato.