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justiça eleitoral

- Publicada em 19 de Dezembro de 2022 às 20:32

TRE diploma 89 eleitos no Rio Grande do Sul

Solenidade ocorreu no plenário do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul

Solenidade ocorreu no plenário do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul


isabelle rieger/JC
Diego Nuñez
Os 89 eleitos entre deputados estaduais, federais, senador, governador e vice no Rio Grande do Sul nas eleições gerais deste ano foram diplomados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no final da tarde desta segunda-feira (19). A cerimônia ocorreu na sede do Ministério Público Estadual (MPE), em Porto Alegre, e foi conduzida pelo presidente do tribunal, desembargador Francisco José Moesch.
Os 89 eleitos entre deputados estaduais, federais, senador, governador e vice no Rio Grande do Sul nas eleições gerais deste ano foram diplomados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no final da tarde desta segunda-feira (19). A cerimônia ocorreu na sede do Ministério Público Estadual (MPE), em Porto Alegre, e foi conduzida pelo presidente do tribunal, desembargador Francisco José Moesch.
A diplomação é o ato em que a Justiça Eleitoral atesta quem são os eleitos e seus suplentes, ficando oficialmente habilitados a exercerem os mandatos que iniciam com a posse em 1º de janeiro de 2023 para os cargos do Executivo, 31 de janeiro para deputados estaduais e 1º de fevereiro para os federais e senador. Foram diplomados o governador eleito, Eduardo Leite (PSDB), seu vice, Gabriel Souza (MDB), o senador eleito Hamilton Mourão (REP), 55 deputados estaduais e 31 deputados federais.
Em um discurso de quase uma hora, Moesch ressaltou o trabalho na Justiça Eleitoral na condução do pleito no Estado. O que se destaca na extensa fala do desembargador é a defesa do sistema eleitoral brasileiro, da confiabilidade da urna eletrônica e da lisura do pleito não apenas no Rio Grande do Sul, mas em todo território nacional.
"Mais uma vez, como era de se esperar, ficou constatada ausência de qualquer fraude, desvio ou grave problema relativamente ao funcionamento desse sistema. (...) Jamais houve fraude constatada nas eleições realizadas por meio das urnas eletrônicas - verdadeiro motivo de orgulho nacional", afirmou.
Antes do início da cerimônia, o governador eleito, Eduardo Leite, concedeu breve entrevista à imprensa. Destacou que, durante seu segundo mandato, o desafio é gerar eficiência ao Executivo e entregar políticas públicas consistentes, principalmente na educação.
"O primeiro mandato é pela expectativa do trabalho. O segundo também tem a expectativa, mas acompanhada pelo merecimento pelo o que a gente fez, o que aumenta nossa responsabilidade. A educação é a grande prioridade de. O maior desafio do primeiro ciclo foi a pauta fiscal, que ensejou uma série de reformas. Agora, o desafio é justamente a performance do governo nas várias políticas públicas. A primeira delas, a mais importante, é a educação, a formação do nosso capital humano."
Em seu discurso, Leite defendeu o sistema eleitoral e disse que os protestos que se espalharam pelo Brasil contra o resultado das urnas causam danos ao País. Afirmou também que o processo eleitoral brasileiro foi "exemplar" e que a eleição "consolida a Justiça Eleitoral brasileira". Para ele, sua vitória eleitoral representa a contrariedade da população gaúcha à polarização observada na política nacional. "Foi uma vitória coletiva da sociedade gaúcha. Em meio à polarização aguda, eleitores optaram por um caminho de tolerância: a escolha de uma alternativa que se posicionasse ao centro da batalha política travada no Brasil", discursou.
À imprensa, o vice-presidente da República e senador eleito, general Hamilton Mourão (REP), disse que no Senado lutará por "tudo o que signifique desenvolvimento econômico com sustentabilidade, que é o que gera emprego e renda - ou seja, as reformas que são necessárias para destravar o RS e o Brasil". Questionado pelo Jornal do Comércio, afirmou que não teria problemas em votar a favor de uma reforma tributária proposta pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso concorde com o texto. "Não faço oposição ao Brasil", resumiu.
 
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