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Câmara dos Deputados

- Publicada em 23 de Fevereiro de 2015 às 00:00

Cunha quer criar comissões para discutir pacto federativo e Lei das Licitações


RODOLFO STUCKERT/CÂMARA DOS DEPUTADOS/JC
Jornal do Comércio
O pacto federativo e a Lei das licitações (8.666/93) deverão ser discutidos em comissões especiais da Câmara a partir da próxima semana. Nesta segunda-feira (23), o presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou a intenção de criar, esta semana, as duas comissões especiais para debater os assuntos.
O pacto federativo e a Lei das licitações (8.666/93) deverão ser discutidos em comissões especiais da Câmara a partir da próxima semana. Nesta segunda-feira (23), o presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou a intenção de criar, esta semana, as duas comissões especiais para debater os assuntos.
“É ideia minha criar comissões especiais para discutir o pacto federativo e rediscutir a Lei de Licitações. Precisamos debater a situação e avaliar o que fazer para modernizar”, afirmou.
Eduardo Cunha informou que, durante almoço com o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, conversaram, entre outras coisas, sobre a pauta de votações, com destaque para o ajuste fiscal, pacto federativo, rediscussão da Lei de Licitações. “Debatemos um pouco a pauta, nada demais. Falamos de ajuste fiscal, pacto federativo, Lei de Licitações. Tratamos disso tudo. Diálogo normal”, disse o presidente da Câmara.
Sobre a votação do veto presidencial ao reajuste de 6,5% na tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física, em sessão do Congresso Nacional, Eduardo Cunha explicou que conversou com o presidente do Senado e do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), e que a votação do dispositivo não será na sessão de amanhã (24), uma vez que o veto ainda não está trancando a pauta.
Cunha acrescentou que o veto possivelmente será votado na próxima semana. “A votação do veto da correção da tabela do Imposto de Renda provavelmente ocorrerá na próxima terça-feira (3). De qualquer maneira, o orçamento não será votado sem a apreciação do veto”, concluiu o presidente da Câmara.
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