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Publicada em 19 de Março de 2026 às 18:12

O acordo que já existe — e o risco de desfazê-lo

ARTE/JC
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Guilherme Scozziero Neto

Há décadas, trabalhadores e empresas no Brasil negociam, por meio de seus sindicatos, a organização da jornada de trabalho. Esse arranjo não é improviso: é fruto de acordos e convenções coletivas construídos com participação, transparência e legitimidade — exatamente o que a Constituição de 1988 quis proteger quando garantiu à negociação coletiva o papel central nas relações do trabalho.

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