Paula Nunes Lied
Eventos como as devastadoras enchentes no Rio Grande do Sul impactam profundamente a saúde mental tanto daqueles diretamente atingidos quanto quem, de alguma outra forma, vivencia a destruição ao seu redor. Suas consequências podem variar em intensidade e duração, dependendo da proximidade e da gravidade da experiência vivida. Mesmo aqueles que não foram diretamente atingidos pelas enchentes podem sofrer impactos significativos. O sentimento de culpa do sobrevivente é comum, assim como a empatia e a angústia ao ver tantas pessoas sofrendo podem gerar um alto nível de angústia emocional.
Entre os impactos mais comuns estão a ansiedade e o medo. A exposição direta a eventos trágicos gera um estado constante de alerta e preocupação, afetando a capacidade de relaxar e sentir-se seguro. Pessoas que passam por situações extremas podem desenvolver transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), caracterizado por flashbacks, pesadelos e ansiedade intensa, afetando significativamente sua qualidade de vida.
A depressão é outra consequência comum, pois a perda de propriedades, a desintegração de laços sociais e a sensação de desamparo são fatores que contribuem para o desenvolvimento desse transtorno, onde a tristeza profunda e a falta de interesse em atividades anteriormente prazerosas prevalecem. Além disso, o sentimento de luto não se limita à perda de vidas humanas, mas também de casas, pertences e destruição da comunidade.
Ainda, outros transtornos podem surgir, como transtornos de ansiedade generalizada (TAG), caracterizados por preocupação constante sobre diferentes aspectos da vida, e transtornos de ajustamento, onde as pessoas têm dificuldades em se adaptar às mudanças trazidas pela tragédia, além de problemas de sono.
Para amenizar os efeitos negativos dessas tragédias, diversas estratégias podem ser adotadas, sendo essencial priorizar o autocuidado. Ele é essencial em momentos de crise, ajudando a manter a estabilidade emocional e física, com práticas simples como manter uma rotina, evitar o consumo excessivo de notícias, procurar hobbies que tragam prazer, podem fazer uma grande diferença.
Entre os impactos mais comuns estão a ansiedade e o medo. A exposição direta a eventos trágicos gera um estado constante de alerta e preocupação, afetando a capacidade de relaxar e sentir-se seguro. Pessoas que passam por situações extremas podem desenvolver transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), caracterizado por flashbacks, pesadelos e ansiedade intensa, afetando significativamente sua qualidade de vida.
A depressão é outra consequência comum, pois a perda de propriedades, a desintegração de laços sociais e a sensação de desamparo são fatores que contribuem para o desenvolvimento desse transtorno, onde a tristeza profunda e a falta de interesse em atividades anteriormente prazerosas prevalecem. Além disso, o sentimento de luto não se limita à perda de vidas humanas, mas também de casas, pertences e destruição da comunidade.
Ainda, outros transtornos podem surgir, como transtornos de ansiedade generalizada (TAG), caracterizados por preocupação constante sobre diferentes aspectos da vida, e transtornos de ajustamento, onde as pessoas têm dificuldades em se adaptar às mudanças trazidas pela tragédia, além de problemas de sono.
Para amenizar os efeitos negativos dessas tragédias, diversas estratégias podem ser adotadas, sendo essencial priorizar o autocuidado. Ele é essencial em momentos de crise, ajudando a manter a estabilidade emocional e física, com práticas simples como manter uma rotina, evitar o consumo excessivo de notícias, procurar hobbies que tragam prazer, podem fazer uma grande diferença.
Psicóloga da clínica Círculo 360, do Círculo Saúde