Cláudio Coutinho
O mundo se transforma de maneira cada vez mais acelerada. Big data, inteligência artificial, blockchain, ESG: novas e diferentes palavras se incorporam ao cotidiano e moldam a sociedade. Mas essas expressões ganham seu maior potencial quando unidas a outras já conhecidas de todos nós — como tradição, valores e essência.
Uma das instituições do Rio Grande do Sul que melhor incorpora essa soma é o Banrisul. Nos últimos anos, o Banco reafirmou e reforçou sua conexão com os gaúchos, como um parceiro de quem produz. Além da dedicação permanente ao campo, indústria e empresas de todos os portes, avançamos junto ao ecossistema de inovação, no qual o RS é um dos maiores expoentes na América Latina.
Foi lançado o BanriTech que já promoveu a aceleração de 60 startups. Negócios de várias partes do País participaram nas duas edições da iniciativa, que trouxe troca de conhecimento e auxílio na captação de investimentos. Para fomentar o segmento, o Banco foi um dos fundadores do Instituto Caldeira, que se tornou referência como hub de inovação no Brasil.
A instituição esteve presente com espaços tech em grandes eventos, como a Arena Digital, na Expodireto; o RS Innovation Stage, na Expointer; e o South Summit Brasil. Em outra frente, linhas de crédito contribuíram para o crescimento de startups — e um edital, via Finep, destinou R$ 30 milhões em recursos para negócios de tecnologia.
O Banrisul também lançou seu olhar inovador para dentro. O app foi qualificado com novas opções para os clientes; o Banco conta com um novo marketplace, o Banrishopping, com mais de 40 parceiros; e foi inaugurado o Data Center Margarete Venzke Fenner, que congrega o que há de mais moderno em tecnologia da informação e infraestrutura verde.
A instituição buscou, também, reforçar continuamente suas estratégias de ESG e modelos de governança. Foi criado um comitê de responsabilidade social, ambiental e climática, que assessora o Conselho de Administração e, ainda, uma gerência de sustentabilidade para conduzir a pauta climática e a estratégia de sustentabilidade em todo o Banco.
Houve também importantes avanços em projetos de sustentabilidade, como a neutralização de carbono e a conquista do Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol relativo ao inventário de emissão de gases do efeito estufa. Além do processo de transição energética para cerca de 100 unidades consumidoras do Banrisul, que serão abastecidas com energia 100% renovável até o final de 2023.
Como reitera o novo posicionamento do Banco, nossa conexão transforma. Encerro com orgulho este ciclo, agradecendo a confiança do governador Eduardo Leite e dos banrisulenses que se engajaram nesse trabalho, e desejando sucesso à nova gestão. Que o Banrisul siga sempre sua missão de ser uma instituição inovadora, transformadora e catalisadora do desenvolvimento do Rio Grande do Sul.
Presidente do Banrisul
O mundo se transforma de maneira cada vez mais acelerada. Big data, inteligência artificial, blockchain, ESG: novas e diferentes palavras se incorporam ao cotidiano e moldam a sociedade. Mas essas expressões ganham seu maior potencial quando unidas a outras já conhecidas de todos nós — como tradição, valores e essência.
Uma das instituições do Rio Grande do Sul que melhor incorpora essa soma é o Banrisul. Nos últimos anos, o Banco reafirmou e reforçou sua conexão com os gaúchos, como um parceiro de quem produz. Além da dedicação permanente ao campo, indústria e empresas de todos os portes, avançamos junto ao ecossistema de inovação, no qual o RS é um dos maiores expoentes na América Latina.
Foi lançado o BanriTech que já promoveu a aceleração de 60 startups. Negócios de várias partes do País participaram nas duas edições da iniciativa, que trouxe troca de conhecimento e auxílio na captação de investimentos. Para fomentar o segmento, o Banco foi um dos fundadores do Instituto Caldeira, que se tornou referência como hub de inovação no Brasil.
A instituição esteve presente com espaços tech em grandes eventos, como a Arena Digital, na Expodireto; o RS Innovation Stage, na Expointer; e o South Summit Brasil. Em outra frente, linhas de crédito contribuíram para o crescimento de startups — e um edital, via Finep, destinou R$ 30 milhões em recursos para negócios de tecnologia.
O Banrisul também lançou seu olhar inovador para dentro. O app foi qualificado com novas opções para os clientes; o Banco conta com um novo marketplace, o Banrishopping, com mais de 40 parceiros; e foi inaugurado o Data Center Margarete Venzke Fenner, que congrega o que há de mais moderno em tecnologia da informação e infraestrutura verde.
A instituição buscou, também, reforçar continuamente suas estratégias de ESG e modelos de governança. Foi criado um comitê de responsabilidade social, ambiental e climática, que assessora o Conselho de Administração e, ainda, uma gerência de sustentabilidade para conduzir a pauta climática e a estratégia de sustentabilidade em todo o Banco.
Houve também importantes avanços em projetos de sustentabilidade, como a neutralização de carbono e a conquista do Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol relativo ao inventário de emissão de gases do efeito estufa. Além do processo de transição energética para cerca de 100 unidades consumidoras do Banrisul, que serão abastecidas com energia 100% renovável até o final de 2023.
Como reitera o novo posicionamento do Banco, nossa conexão transforma. Encerro com orgulho este ciclo, agradecendo a confiança do governador Eduardo Leite e dos banrisulenses que se engajaram nesse trabalho, e desejando sucesso à nova gestão. Que o Banrisul siga sempre sua missão de ser uma instituição inovadora, transformadora e catalisadora do desenvolvimento do Rio Grande do Sul.
Presidente do Banrisul


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