Começou pela Serra gaúcha e região a quarta edição do Mapa Econômico do Rio Grande do Sul, projeto do Jornal do Comércio que faz um levantamento dos potenciais e dos desafios da economia em cada região do Estado. Na noite desta terça-feira (31), a cidade de Veranópolis recebeu empresários e líderes da região para debater o cenário atual e apontar caminhos para o desenvolvimento.
“Que este evento seja muito produtivo, com boas trocas, boas reflexões e que a gente consiga construir bons direcionamentos para o nosso Estado”, desejou em sua fala de abertura o diretor-presidente do JC, Giovanni Jarros Tumelero. Recordando a história do veículo de comunicação, criado em 1933 “com o propósito bem claro de levar informação qualificada para quem toma decisão”, ele aponta a mesma vocação com o Mapa Econômico do Rio Grande do Sul.
“É um projeto que faz um verdadeiro raio-x do Estado, olhando para as regiões, identificando oportunidades e entendendo desafios, e, principalmente, dando visibilidade ao que acontece fora dos grandes centros. O Rio Grande do Sul é muito mais do que a Capital. Grande parte do seu PIB, da força produtiva, do seu potencial, está no interior. E o Mapa Econômico é o projeto que precisa dar voz a essas regiões”, destacou o diretor-presidente.
Veranópolis recebe o primeiro de cinco encontros regionais do Mapa Econômico do Rio Grande do Sul em 2026. Nesta etapa do levantamento estão contempladas as regiões Serra, Hortênsias, Campos de Cima da Serra, Paranhana, Encosta da Serra e Vale do Caí.
Pensando na necessidade que empresários e gestores públicos têm de basear suas escolhas em informações, Giovanni citou projetos do JC e destacou que se trata de “um acervo de dados único, dados para entregar inteligência para o mercado e ajudar nas suas tomadas de decisões”.
O evento foi realizado na Associação Comercial e Industrial de Veranópolis (Aciv), ao lado do pavilhão da Femaçã, e teve como painelistas José Maria Bortoli, sócio e cofundador do Grupo Bom Futuro e fundador da Vinuta, Ubiratã Rezler, presidente da CIC Caxias; e Vitor Agostini, presidente da MOVERGS.
“É um projeto que faz um verdadeiro raio-x do Estado, olhando para as regiões, identificando oportunidades e entendendo desafios, e, principalmente, dando visibilidade ao que acontece fora dos grandes centros. O Rio Grande do Sul é muito mais do que a Capital. Grande parte do seu PIB, da força produtiva, do seu potencial, está no interior. E o Mapa Econômico é o projeto que precisa dar voz a essas regiões”, destacou o diretor-presidente.
Veranópolis recebe o primeiro de cinco encontros regionais do Mapa Econômico do Rio Grande do Sul em 2026. Nesta etapa do levantamento estão contempladas as regiões Serra, Hortênsias, Campos de Cima da Serra, Paranhana, Encosta da Serra e Vale do Caí.
Pensando na necessidade que empresários e gestores públicos têm de basear suas escolhas em informações, Giovanni citou projetos do JC e destacou que se trata de “um acervo de dados único, dados para entregar inteligência para o mercado e ajudar nas suas tomadas de decisões”.
O evento foi realizado na Associação Comercial e Industrial de Veranópolis (Aciv), ao lado do pavilhão da Femaçã, e teve como painelistas José Maria Bortoli, sócio e cofundador do Grupo Bom Futuro e fundador da Vinuta, Ubiratã Rezler, presidente da CIC Caxias; e Vitor Agostini, presidente da MOVERGS.