Porto Alegre,

Publicada em 15 de Julho de 2026 às 13:57

Cemitério que desmoronou em Cachoeira do Sul segue sem laudos técnicos

Principal medida emergencial adotada foi a interdição das áreas consideradas de risco pela Defesa Civil

Principal medida emergencial adotada foi a interdição das áreas consideradas de risco pela Defesa Civil

Giovani Wrasse/Divulgação/Cidades
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Jornal Cidades
A prefeitura de Cachoeira do Sul emitiu um comunicado em que afirmar seguir acompanhando a situação do desmoronamento registrado nos fundos do Cemitério das Irmandades, atuando em conjunto com a Defesa Civil e órgãos estaduais para buscar um diagnóstico técnico que permita definir a solução mais adequada para estabilização da área. Desde a identificação do problema, a principal medida emergencial adotada foi a interdição das áreas consideradas de risco pela Defesa Civil, com a notificação dos proprietários dos imóveis envolvidos para garantir a segurança da população.
A prefeitura de Cachoeira do Sul emitiu um comunicado em que afirmar seguir acompanhando a situação do desmoronamento registrado nos fundos do Cemitério das Irmandades, atuando em conjunto com a Defesa Civil e órgãos estaduais para buscar um diagnóstico técnico que permita definir a solução mais adequada para estabilização da área. Desde a identificação do problema, a principal medida emergencial adotada foi a interdição das áreas consideradas de risco pela Defesa Civil, com a notificação dos proprietários dos imóveis envolvidos para garantir a segurança da população.
O Jornal Cidades noticiou, em outubro do ano passado, a situação no local. A erosão, que ocorreu em dezembro de 2023, se intensificou após as enchentes de 2024, comprometendo também estruturas de áreas próximas ao local. À época, Gabriel Lobato, assessor do gabinete do prefeito, ao qual a Defesa Civil Municipal está vinculada, afirmou que o município não possuía recursos técnicos e financeiros suficientes para realizar o diagnóstico aprofundado do problema.
Até o momento, os estudos existentes consistem em laudos preliminares elaborados por técnicos contratados pelo Hospital de Caridade e Beneficência (HCB), pela Mitra Diocesana e pela Defesa Civil do Estado. Ainda não existe um laudo definitivo sobre as causas da erosão.
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Segundo a prefeitura, como o município não possui equipe técnica especializada para produzir estudos de alta complexidade como os exigidos neste caso, foi solicitada ao governo do Estado a realização do diagnóstico definitivo. A demanda tramita junto à Defesa Civil Estadual e à Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), considerando que a gestão do rio Jacuí é de competência estadual. Os estudos seguem as diretrizes estabelecidas pelo Grupo de Trabalho criado em 2024 pelo Comitê de Bacia Hidrográfica do Baixo Jacuí.

Embora o desmoronamento permaneça em andamento, a prefeitura de Cachoeira do Sul diz que a movimentação de massa registrada atualmente ocorre em proporções mínimas quando comparada ao grande episódio ocorrido em 2024. Sem a conclusão do diagnóstico técnico, ainda não é possível definir um projeto definitivo de contenção, a técnica de engenharia que será utilizada, o cronograma das obras, o valor necessário para sua execução ou a responsabilidade pela realização da intervenção. A prefeitura ressalta que todas essas definições dependerão das conclusões dos estudos especializados.

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