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Publicada em 24 de Julho de 2025 às 17:41

Empresários planejam parque de ondas artificiais na Região Metropolitana

Objetivo é tornar a prática do esporte mais acessível na região

Objetivo é tornar a prática do esporte mais acessível na região

/Freepik/Divulgação/Cidades
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Larissa Britto
Larissa Britto Repórter
Dois empresários de Porto Alegre estão avaliando a construção de uma piscina de ondas artificiais com aproximadamente 15 mil metros quadrados para a prática de surfe na Região Metropolitana. O empreendimento, que tem previsão para ser inaugurado em 2028, será construído pela empresa Wave Club, em um complexo que ainda não possui localização definida e que abrigará também restaurantes, centro de treinamento, lojas de esporte, academia e pista de skate. A cidade que vai abrigar o espaço deverá ser definida em agosto. O investimento previsto é de R$ 200 milhões.
Dois empresários de Porto Alegre estão avaliando a construção de uma piscina de ondas artificiais com aproximadamente 15 mil metros quadrados para a prática de surfe na Região Metropolitana. O empreendimento, que tem previsão para ser inaugurado em 2028, será construído pela empresa Wave Club, em um complexo que ainda não possui localização definida e que abrigará também restaurantes, centro de treinamento, lojas de esporte, academia e pista de skate. A cidade que vai abrigar o espaço deverá ser definida em agosto. O investimento previsto é de R$ 200 milhões.
A estruturação do projeto iniciou em 2024 pelo empresário e surfista Felipe Hansen, junto do seu sócio Gustavo Cynowiec, a partir da ideia de tornar o surfe um esporte mais acessível na região, visto que comumente é praticado no litoral gaúcho. "A partir dessa ideia, eu vi uma oportunidade de trazer para a região uma estrutura de alto nível, inspirada em modelos internacionais e nacionais, que permitam a prática do surfe de forma segura, frequente e com controle", explica Felipe. Ele pontua que, por ser surfista, nota que há uma demanda crescente por experiências relacionadas ao esporte e ao lazer na Região Metropolitana.
A iniciativa ainda está em fase de avaliação para escolher a cidade onde o projeto será implementado. A seleção, de acordo com o empresário, considera alguns critérios fundamentais, como a viabilidade ambiental, a infraestrutura urbana, a acessibilidade e a integração com o entorno. "Nós também estamos considerando o alinhamento com o poder público local e o potencial da cidade para receber um equipamento desse porte. Tem uma série de questões a serem analisadas, de modo em que ainda não há uma decisão tomada", avalia. O empresário não quis manifestar quais cidades estariam no páreo, mas, nesta semana, o prefeito de Canoas, Airton Souza, divulgou um vídeo nas redes sociais revelando que houve uma reunião entre o município e o Wave Club para conhecer o projeto
A cidade da região que receber o atrativo deverá atender alguns requisitos, como uma área com acesso viário adequado e que possua entre seis e oito hectares. Também deverá ter serviços de abastecimento de água e energia. O projeto considera também o potencial turístico da região.
Segundo Felipe, a partir da implantação da piscina de ondas artificiais, o atrativo irá gerar cerca de 300 empregos de forma direta entre o período de obras e operação do local. "Com isso, nós teremos movimentação no setor de turismo, na hotelaria e na gastronomia, além de atrair novos investimentos para o entorno", afirma. Ele complementa dizendo que o local também deverá contribuir para a valorização imobiliária da região e o fortalecimento da cultura do esporte.

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