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Publicada em 06 de Outubro de 2026 às 08:53

Nobel de Física 2026 premia detecção de neutrinos de alta energia

Físico belga Francis Halzen, 82, foi premiado por suas contribuições na detecção de neutrinos

Físico belga Francis Halzen, 82, foi premiado por suas contribuições na detecção de neutrinos

Christine OLSSON/ AFP/ JC
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Agências
Mensageiros fantasmagóricos do espaço. Foi assim que a Academia Real de Ciências da Suécia, sediada em Estocolmo, definiu a descoberta que motivou o Prêmio Nobel em Física deste ano. O físico belga Francis Halzen, 82, foi premiado por suas contribuições na detecção de neutrinos de alta energia de origem astrofísica, com o observatório de neutrinos IceCube, construído no polo Sul.
A rara premiação isolada, para um único cientista, foi anunciada nesta terça-feira (6). Mas Halzen, professor da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, está longe de ser o único responsável pelos resultados do IceCube. Trata-se de uma colaboração que envolve mais de 450 pessoas de 58 instituições em 14 países.
Com a premiação de hoje, já são 120 concessões de Prêmio Nobel em Física, realizadas entre 1901 e 2026 (em seis anos não houve premiados), para 231 laureados (as regras impõem no máximo três por ano, e só podem ser escolhidos cientistas vivos).

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