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Publicada em 15 de Setembro de 2026 às 21:21

China faz apelo aos EUA contra guerra no espaço, e Rússia diz que órbita deve ser livre de armas

A militarização sideral é tão antiga quanto a própria corrida espacial

A militarização sideral é tão antiga quanto a própria corrida espacial

NASA/Handout/AFP/JC
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Agências
A confirmação inédita de que os Estados Unidos mantêm armas posicionadas na órbita da Terra ampliou o debate sobre uma possível corrida armamentista no espaço. A declaração vem em meio ao avanço de capacidades militares de Washington, Rússia e China e ao temor de que disputas entre as potências se estendam para além do planeta.
Embora essa seja a primeira vez que a Casa Branca admite possuir armamentos fora do planeta, há tempos já se imaginava que esse fosse o caso. Outras potências, como Rússia e China, também mantêm discrição sobre suas operações militares extraplanetárias.
Apesar disso, Moscou pediu que o espaço se mantivesse livre de armamentos. "Acreditamos que o espaço deve estar livre de qualquer arma", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov. "Contamos com um amplo consenso internacional para continuar trabalhando em prol da completa desmilitarização do espaço", acrescentou.

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