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Publicada em 23 de Fevereiro de 2026 às 16:15

Acordo de paz entre Rússia e Ucrânia está longe de ser assinado, aponta professor da Ufrgs

Mielniczuk acha difícil que o conflito tenha fim por meio de negociações

Mielniczuk acha difícil que o conflito tenha fim por meio de negociações

Kirill Kazachkov/Roscongress/Divulgação/JC
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Juliano Tatsch
Juliano Tatsch Editor-assistente
A manhã do dia 24 de fevereiro estava começando na Ucrânia quando os sons de explosões romperam o silêncio em cidades como Kiev, Kharkiv, Kherson e Dnipro. O ano era 2022, a Rússia dava o pontapé inicial na operação militar no país vizinho e começava ali o maior conflito militar na Europa desde a Segunda Guerra Mundial. Nenhum dos dois lados confirma números oficiais de baixas humanas. Uma estimativa recente feita pelo Centro de Estudos Estratégicos Internacionais (CSIS), uma organização dos Estados Unidos criada em 1962 e que analisa questões de defesa e relações internacionais, aponta que, do lado russo, por volta de 325 mil combatentes perderam a vida, enquanto, do lado ucraniano, as baixas fatais variam entre 100 mil e 140 mil.

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