A resposta do governo Benjamin Netanyahu ao porta-voz do Exército, Daniel Hagari, que afirmou ser impossível eliminar o Hamas, evidenciou nesta quinta-feira (20), a crescente divisão dentro de Israel sobre os objetivos da ofensiva na Faixa de Gaza e a falta de um plano robusto para o dia seguinte à guerra.
"Esse negócio de destruir o Hamas, de fazer o Hamas desaparecer, é simplesmente jogar areia nos olhos do público", disse Hagari, em entrevista ao Canal 13, na noite de quarta-feira. "O Hamas é uma ideia, o Hamas é um partido. Está enraizado no coração das pessoas. Qualquer um que pense que podemos eliminar o Hamas está errado."
"Esse negócio de destruir o Hamas, de fazer o Hamas desaparecer, é simplesmente jogar areia nos olhos do público", disse Hagari, em entrevista ao Canal 13, na noite de quarta-feira. "O Hamas é uma ideia, o Hamas é um partido. Está enraizado no coração das pessoas. Qualquer um que pense que podemos eliminar o Hamas está errado."
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No que foi visto como a mensagem mais incisiva dos militares para o governo até agora, Hagari continuou: "O que podemos fazer é promover algo novo para substituir o Hamas. Quem será? O que será? Isso cabe à liderança política decidir".
Netanyahu repete que a finalidade da guerra - lançada em resposta ao ataque terrorista de 7 de outubro - é aniquilar o Hamas, que controla Gaza desde 2007. O governo, no entanto, não detalha como o enclave seria governado depois disso.
"Netanyahu definiu como um dos objetivos da guerra a destruição das capacidades militares e governamentais do Hamas", insistiu o gabinete na resposta aos militares publicada no X (antigo Twitter). E concluiu: "A IDF (sigla em inglês para Forças de Defesa de Israel) está obviamente comprometida com isso".
No que foi visto como a mensagem mais incisiva dos militares para o governo até agora, Hagari continuou: "O que podemos fazer é promover algo novo para substituir o Hamas. Quem será? O que será? Isso cabe à liderança política decidir".
Netanyahu repete que a finalidade da guerra - lançada em resposta ao ataque terrorista de 7 de outubro - é aniquilar o Hamas, que controla Gaza desde 2007. O governo, no entanto, não detalha como o enclave seria governado depois disso.
"Netanyahu definiu como um dos objetivos da guerra a destruição das capacidades militares e governamentais do Hamas", insistiu o gabinete na resposta aos militares publicada no X (antigo Twitter). E concluiu: "A IDF (sigla em inglês para Forças de Defesa de Israel) está obviamente comprometida com isso".